{"id":36526,"date":"2025-03-08T10:04:36","date_gmt":"2025-03-08T13:04:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.farcomto.org\/talento-e-atitude-cantoras-que-agitam-as-noites-de-palmas-contam-como-e-ser-mulher-na-cena-musical-regional\/"},"modified":"2025-03-08T10:04:36","modified_gmt":"2025-03-08T13:04:36","slug":"talento-e-atitude-cantoras-que-agitam-as-noites-de-palmas-contam-como-e-ser-mulher-na-cena-musical-regional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/talento-e-atitude-cantoras-que-agitam-as-noites-de-palmas-contam-como-e-ser-mulher-na-cena-musical-regional\/","title":{"rendered":"Talento e atitude: cantoras que agitam as noites de Palmas contam como \u00e9 ser mulher na cena musical regional"},"content":{"rendered":"<div>\n<div>\n<br \/>     Mulheres vem ganhando espa\u00e7o tocando do pagode ao rock e MPB. O g1 conversou com artistas que come\u00e7aram a se apresentar em Palmas e tra\u00e7am trajet\u00f3rias de supera\u00e7\u00e3o e sucesso. Misha, D\u00e2ndara (T\u00f4 Pagodeira) e Malusa<br \/>\nDivulga\u00e7\u00e3o\/Arquivo pessoal<br \/>\nOs barzinhos e casas de shows de Palmas s\u00e3o respons\u00e1veis por mostrar ao p\u00fablico talentos da cena musical regional. Dentro desse meio, mulheres inovam e ocupam seus espa\u00e7os apresentando muito talento e atitude, cada uma a seu modo e com seu encanto.<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.farcomto.org\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/1f4f-68.png\" alt=\"\ud83d\udcf1\" class=\"wp-smiley\" style=\"height: 1em; max-height: 1em;\"> Participe do canal do g1 TO no WhatsApp e receba as not\u00edcias no celular.<br \/>\nNeste Dia Internacional da Mulher, o g1 conversou com diferentes mulheres que se apresentam na capital e em outras cidades do estado para contarem suas hist\u00f3rias e dividirem como \u00e9 estar nos \u2018palcos da vida\u2019 e conduzindo suas carreiras.<br \/>\nMulher no pop e rock<br \/>\nMisha tem 27 anos e come\u00e7ou a cantar em bares e festas de Gurupi<br \/>\nDivulga\u00e7\u00e3o<br \/>\nAos 27 anos, a cantora Misha faz diversos shows em Palmas. No seu repert\u00f3rio est\u00e3o can\u00e7\u00f5es de bandas e cantoras do pop e rock e que movimentam os amantes dos estilos. Ela contou que come\u00e7ou a se interessar pela m\u00fasica dentro de casa, com a fam\u00edlia, em Gurupi.<br \/>\n\u201cNa minha casa a gente ouvia bastante m\u00fasica, quando eu era crian\u00e7a eu pedia CD de presente de anivers\u00e1rio, DVD, essas coisas. E eu comecei dan\u00e7ando na igreja, e depois, com 11 anos, eu comecei a estudar teoria, comecei a tocar violino. Foi meu primeiro instrumento e a\u00ed um pouco mais tarde eu comecei a tocar viol\u00e3o e guitarra\u201d, relembrou.<br \/>\nMisha tamb\u00e9m contou que um tio a ensinou os primeiros acordes do viol\u00e3o, mas o restante ela aprendeu sozinha, demonstrando que levava jeito para se tornar a artista que tocou em barzinhos e formaturas de Gurupi e que trocou a \u2018Capital da Amizade\u2019 por Palmas h\u00e1 quatro anos.<br \/>\nPara come\u00e7ar a tocar na capital ela contou com apoio de algumas pessoas que trabalhavam no meio. Mas segundo ela, a dificuldade estava no predom\u00ednio do estilo sertanejo. \u201cEles me apresentaram a alguns lugares e a\u00ed eu fui me inserindo nessa cena. Existe uma certa dificuldade porque aqui a cidade, a regi\u00e3o \u00e9 bem sertaneja, n\u00e9? Mas tem espa\u00e7o pra todo mundo, sim, eu acredito\u201d, completou.<br \/>\nComo planos futuros, Misha, que trabalha exclusicamente com a m\u00fasica, contou que em breve ir\u00e1 lan\u00e7ar trabalhos autorais.<br \/>\nSobre ser uma mulher dentro da cena musical regional, ela acredita que as casas recebem bem as mulheres e n\u00e3o deixou de elogiar as colegas que tamb\u00e9m est\u00e3o na mesma profiss\u00e3o.<br \/>\n\u201cN\u00f3s temos muitas mulheres competentes e muito talentosas aqui. E como eu disse, eu acredito que tem espa\u00e7o para todo mundo. Com certeza na Semana da Mulher a gente ganha um pouco mais de visibilidade. E eu gostaria que essa visibilidade, perdurasse mais tempo, sabe? N\u00e3o fosse s\u00f3 nessa semana, s\u00f3 nesse m\u00eas. Que a gente tivesse mais voz, assim, mesmo tendo espa\u00e7o, n\u00e9? Que a gente fosse mais ouvida, um pouco mais credibilizada como pessoas que est\u00e3o ali para fazer um trabalho, n\u00e3o somente um rosto, um corpo bonito que est\u00e1 em cima do palco para enfeitar\u201d, defendeu a artista.<br \/>\nNeste Dia da Mulher, ela deixa como recado que \u00e9 preciso colocar amor para seguir na profiss\u00e3o. \u201cE que seja de verdade, sabe? Voc\u00ea tem que amar o que voc\u00ea faz, porque se voc\u00ea n\u00e3o ama o que voc\u00ea faz, todo o resto fica mais dif\u00edcil. Quando a gente faz do fundo do cora\u00e7\u00e3o, as coisas se tornam mais verdadeiras, mais simples, mais prazerosas. E as coisas fluem\u201d, afirmou.<br \/>\nMulheres no pagode<br \/>\nT\u00f4 Pagodeira durante apresenta\u00e7\u00e3o<br \/>\nBruna Camila\/Reprodu\u00e7\u00e3o<br \/>\nO que come\u00e7ou com uma esp\u00e9cie de chamado para que mulheres pagodeiras de Palmas se reunissem nas redes sociais levou seis amigas, que n\u00e3o cantavam profissionalmente, a formarem o \u2018T\u00f4 Pagodeira\u2019. O grupo animou diversas festas de Carnaval, levando alegria e muito pagode por onde passa.<br \/>\nAs integrantes s\u00e3o: D\u00e2ndara e J\u00falia nos vocais; Jojo na percuss\u00e3o; a Isadora no pandeiro; Lai no viol\u00e3o e Hanna no cavaco. Em agosto de 2023, ap\u00f3s se encontrarem para fazer um \u2018pagode\u2019 a primeira vez, perceberam o potencial do grupo. Ap\u00f3s ajustarem o papel das integrantes e definirem um repert\u00f3rio, j\u00e1 come\u00e7aram a se paresentar na capital.<br \/>\n\u201cO pessoal do \u2018Amo Meu Bloco\u2019 ficou sabendo que a gente estava nesse movimento e nos convidou para fazer o esquenta de Carnaval deles de 2023 e para o Carnaval de 2024. E a\u00ed, minha filha, n\u00e3o deu mais para parar porque foi assim, avassalador. \u00c9 muito poderoso para a gente ter esse in\u00edcio com tanto apoio das pessoas\u201d, comemorou D\u00e2ndara, falando sobre o sucesso do grupo.<br \/>\nCom pouco mais de um ano e meio se apresentando, as meninas do grupo percebem certa dificuldade na cena musical para as mulheres. Mas isso em nenhum momento tem atrapalhado o \u00e2nimo do T\u00f4 Pagodeira, e segundo D\u00e2ndara, elas est\u00e3o ocupando o espa\u00e7o delas nesse estilo.<br \/>\n\u201cA gente fala muito quanto \u00e9 complicado, de fato, pra mulher na cena palmense de pagode. E tocantinense, n\u00e9? N\u00f3s somos a primeira banda de pagode feminino do Tocantins, porque n\u00e3o tem outra, n\u00e3o conhecemos outras. Tem muitas mulheres na cena, outras mulheres na cena cultural, mas no pagode n\u00f3s somos as primeiras. E o quanto \u00e9 meio que uma coisa distante. A gente meio que observava e pensava que nunca iria acontecer. Eu j\u00e1 fui muitas rodas de samba em Bras\u00edlia, de mulheres, Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo, e todo mundo fala que tudo \u00e9 muito recente, as mulheres ocupando esse espa\u00e7o\u201d, explicou a cantora.<br \/>\nO \u2018feed back\u2019 do p\u00fablico tamb\u00e9m \u00e9 essencial para manter a empolga\u00e7\u00e3o das meninas, pois esse ritmo tocado por mulheres ainda \u00e9 novidade.<br \/>\n\u201cEu acho muito bacana, n\u00f3s temos muitas pessoas no nosso Instagram que falam: eu vim por voc\u00eas, eu vou por voc\u00eas e tal. Muitas mulheres tamb\u00e9m chegam na gente e falam: nossa, voc\u00eas est\u00e3o realizando o meu sonho. Voc\u00eas est\u00e3o fazendo uma coisa que eu desejei muito. Ou ent\u00e3o: voc\u00eas est\u00e3o fazendo algo que eu sonhei muito em ver acontecer em Palmas. Ent\u00e3o isso, pra gente, nos d\u00e1 muito entusiasmo de seguir nesse projeto e de ser cada vez melhor, de entregar cada vez mais coisas\u201d, comemorou a artista.<br \/>\nDesde que come\u00e7aram a tocar nos bares de Palmas, elas conseguiram fazer a abertura de artistas de renome nacional: \u201cFizemos a abertura do show do Dilsinho no Festival Gastron\u00f4mico de Taquaru\u00e7u, que foi, assim, uma surpresa. E um presente inimagin\u00e1vel, impens\u00e1vel, a gente nunca pensou que estaria fazendo algo dessa forma com menos de um ano de banda formada\u201d, explicou D\u00e2ndara.<br \/>\nNo Carnaval deste ano, al\u00e9m de Palmas, as \u2018pagodeiras\u2019 tocaram na festa de Concei\u00e7\u00e3o do Araguaia, o que para elas teve um significado especial. \u201cA prefeita de Concei\u00e7\u00e3o do Araguaia nos convidou justamente por essa representatividade, que \u00e9 algo de fato importante. E a gente fala muito, a gente v\u00ea muitos festivais se fazem, divulgam artistas e voc\u00ea n\u00e3o v\u00ea muitas mulheres nesses \u2018line ups\u2019. Ent\u00e3o \u00e9 muito importante pra gente quando esses gestores, os grandes empres\u00e1rios, influenciadores est\u00e3o de olho e convidam mulheres, mesmo que n\u00e3o seja a gente\u201d, disse.<br \/>\nSobre a cena musical palmense e tocantinense para mulheres, D\u00e2ndara afirma que ainda \u00e9 um pouco fechada e que em algumas programa\u00e7\u00f5es de grandes eventos s\u00f3 est\u00e3o presentes artistas masculinos.<br \/>\n\u201cEu conhe\u00e7o diversas mulheres que t\u00eam um potencial gigantesco e s\u00e3o muito boas aqui, mas n\u00e3o foram convidadas para estarem presentes nesses espa\u00e7os. O quanto que isso \u00e9 triste porque voc\u00ea perde em qualidade, voc\u00ea perde em diversidade. Ent\u00e3o \u00e9 um terreno ainda de conquista. A gente ainda precisa conquistar esse espa\u00e7o, a gente precisa chegar em muitos pontos\u201d, lamentou.<br \/>\nOs planos futuros do grupo musical incluem a grava\u00e7\u00e3o de um DVD e a realiza\u00e7\u00e3o de um festival s\u00f3 voltado \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o de mulheres que cantam e tocam em diferentes estilos musicais.<br \/>\n\u201cEsses s\u00e3o dois pontos que a gente pensa bastante, fala bastante e que a gente quer de fato pensar para desenvolver de 2025 para 2026\u201d, completou a cantora.<br \/>\nMulher preta e seu viol\u00e3o<br \/>\nMalusa come\u00e7ou a tocar e cantar aos 18 anos<br \/>\nDivulga\u00e7\u00e3o<br \/>\nQuem gosta da noite palmense com certeza j\u00e1 ouviu a voz marcante da cantora Malusa embalando festas em casas de shows e barzinhos. Natural de Porto Velho (RO), aos 37 anos a cantora tem uma trajet\u00f3ria de pot\u00eancia no Tocantins, onde mora desde os 10 anos.<br \/>\nA m\u00fasica entrou em sua vida quando ela tinha 18 anos e come\u00e7ou a aprender a tocar instrumentos, principalmente o viol\u00e3o, instrumento que ela pegou os primeiros acordes sozinha.<br \/>\nMalusa conta que come\u00e7ou a fazer amizades com pessoas que faziam parte da cena musical regional e quando percebeu, estava se apresentando na cidade.<br \/>\n\u201cComecei a tocar em barzinho, fazendo uma participa\u00e7\u00e3o aqui e ali e depois fui conhecendo as pessoas, os m\u00fasicos, os cantores e logo estava rodando em Palmas cantando em v\u00e1rios lugares\u201d, relembrou.<br \/>\nAl\u00e9m dos barzinhos, com os anos de experi\u00eancia tocando na noite palmense, a cantora tamb\u00e9m tocou em festas particulares, banda de baile e fez parte de projetos musicais com outros artistas regionais.<br \/>\n\u201cO Cerrado Novo foi o primeiro projeto que eu participei com sete cantores, em que s\u00f3 eram shows de m\u00fasicas autorais. A gente se chamava de \u2018as sete cabe\u00e7as pensantes\u2019, com m\u00fasicos que cantavam e m\u00fasicos que tocavam. Era um show incr\u00edvel\u201d, contou. O projeto foi selecionado em 2019 para rodar dez estados, onde puderam se apresentar e conhecer diversos artistas.<br \/>\nDesde ent\u00e3o a cantora n\u00e3o parou e por meio de editais de recursos federais de incentivo a artistas, conseguiu gravar tr\u00eas clipes musicais do projeto Melanina. A ideia foi mostrar a vida de uma mulher negra que dentro da sociedade tinha o direito de ter o que queria, seja no canto, na vida pessoal e na apar\u00eancia, merecendo o respeito como qualquer pessoa.<br \/>\nA ancestralidade da cantora e epis\u00f3dios de preconceito que sofreu tamb\u00e9m foram pauta para o projeto musical.<br \/>\n\u201cUma mulher que j\u00e1 sofreu muito preconceito na vida e que \u00e0s vezes n\u00e3o percebia que era preconceito e hoje, depois de um tempo, fui percebendo que sempre sofri preconceito. Mas depois que eu percebi que poderia me defender cantando, me defender somente com palavras sem precisar bater ou xingar ningu\u00e9m, decidi levar o meu modo de cantar, o meu modo de tocar meu viol\u00e3o em me defender\u201d, afirmou.<br \/>\nMalusa ressaltou que o preconceito sofrido por mulheres ainda est\u00e1 presente na sociedade, sobretudo contra mulheres negras. Mas ela \u00e9 categ\u00f3rica ao enfatizar a paix\u00e3o que tem pela sua cor, pelo seu cabelo e por usar sua arte contra qualquer tipo de racismo e homofobia.<br \/>\n\u201c\u00c9 muita coisa para se defender, muita coisa para se colocar para fora. Mas n\u00e3o precisa botar tudo isso para fora com grosseria. Ent\u00e3o eu boto para fora com a minha personalidade no palco, de uma mulher negra, do cabelo lindo e maravilhoso que eu tenho, e a minha pele, que \u00e9 maravilhosa\u201d, destacou.<br \/>\nSobre os projetos musicais, Malusa atualmente faz parte do \u2018Vozes de \u00c9bano\u201d, que junto com Cinthia Abreu e Fran Santos. Elas apresentam can\u00e7\u00f5es, poesias teatro e dan\u00e7a, em homenagem aos artistas negros da sociedade.<br \/>\nDentro da atua\u00e7\u00e3o como cantora, ela diz que existe certo desrespeito dos homens. Mas hoje consegue escapar desse tipo de situa\u00e7\u00e3o com educa\u00e7\u00e3o.<br \/>\nComo uma das representantes da cena musical de Palmas, neste Dia das Mulheres Malusa deixa um recado para todas:<br \/>\n\u201cO que eu falo para as mulheres \u00e9 que n\u00e3o desistam de viver a vida que voc\u00eas querem viver. N\u00e3o deixem ningu\u00e9m abafar o brilho que voc\u00eas t\u00eam. N\u00f3s mulheres temos o nosso pr\u00f3prio brilho, n\u00f3s conseguimos carregar, gerar uma pessoa por nove meses. E isso, al\u00e9m de n\u00f3s, ningu\u00e9m pode fazer. Do nosso modo carinhoso, gentil, e que luta pelos seus direitos. Feliz Dia das Mulheres para n\u00f3s\u201d, finalizou.<br \/>\nVeja mais not\u00edcias da regi\u00e3o no g1 Tocantins.<\/div>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/to\/tocantins\/noticia\/2025\/03\/08\/talento-e-atitude-cantoras-que-agitam-as-noites-de-palmas-contam-como-e-ser-mulher-na-cena-musical-regional.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">G1  Tocantins<\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mulheres vem ganhando espa\u00e7o tocando do pagode ao rock e MPB. O g1 conversou com artistas que come\u00e7aram a se apresentar em Palmas e tra\u00e7am trajet\u00f3rias de supera\u00e7\u00e3o e sucesso. Misha, D\u00e2ndara (T\u00f4 Pagodeira) e Malusa Divulga\u00e7\u00e3o\/Arquivo pessoal Os barzinhos e casas de shows de Palmas s\u00e3o respons\u00e1veis por mostrar ao p\u00fablico talentos da cena<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":36527,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-36526","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-tocantins"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36526","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36526"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36526\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/media\/36527"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36526"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36526"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36526"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}