{"id":37764,"date":"2025-03-31T15:04:35","date_gmt":"2025-03-31T18:04:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.farcomto.org\/gilberto-gil-transcende-o-tempo-rei-com-fogo-eterno-do-palco-em-turne-que-celebra-a-obra-e-a-trajetoria-do-artista\/"},"modified":"2025-03-31T15:04:35","modified_gmt":"2025-03-31T18:04:35","slug":"gilberto-gil-transcende-o-tempo-rei-com-fogo-eterno-do-palco-em-turne-que-celebra-a-obra-e-a-trajetoria-do-artista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/gilberto-gil-transcende-o-tempo-rei-com-fogo-eterno-do-palco-em-turne-que-celebra-a-obra-e-a-trajetoria-do-artista\/","title":{"rendered":"Gilberto Gil transcende o \u2018tempo rei\u2019 com fogo eterno do palco em turn\u00ea que celebra a obra e a trajet\u00f3ria do artista"},"content":{"rendered":"<div>\n<div>\n<br \/>     Gilberto Gil no palco da Farmasi Arena, na segunda apresenta\u00e7\u00e3o do show \u2018Tempo rei\u2019 no Rio de Janeiro (RJ)<br \/>\nPr\u00eddia \/ Reprodu\u00e7\u00e3o Instagram Gilberto Gil<br \/>\n\u266b OPINI\u00c3O SOBRE SHOW<br \/>\nT\u00edtulo: Tempo rei<br \/>\nArtista: Gilberto Gil<br \/>\nData e local: 30 de mar\u00e7o de 2025 na Farmasi Arena (Rio de Janeiro, RJ)<br \/>\nCota\u00e7\u00e3o: \u2605 \u2605 \u2605 \u2605 \u2605<br \/>\n\u266c Gilberto Gil faz 83 anos em 26 de junho, daqui a tr\u00eas meses. Mas ontem, 30 de mar\u00e7o, no palco da Farmasi Arena, foi se como o Buda nag\u00f4 \u2013 ep\u00edteto que Gil criou para Dorival Caymmi (1914 \u2013 2008) em 1992 e que j\u00e1 personifica o pr\u00f3prio Gil \u2013 fosse o beb\u00ea com bumbum que cheira a talco na magia da cena. Sim, no arco retrospectivo do show Tempo rei, o artista transcende os ciclos da vida com o fogo eterno do palco.<br \/>\nAo longo de duas horas e meia de show, o cantor, compositor e m\u00fasico baiano celebrou a grandeza de obra autoral constru\u00edda desde 1962 na cidade natal de Salvador (BA), capital da Bahia que n\u00e3o lhe sai do pensamento \u2013 como sublinhou ao sair do palco ao fim do bis, ap\u00f3s cair no samba Aquele abra\u00e7o (1969), com cita\u00e7\u00e3o instrumental de Na Baixa do Sapateiro (Ary Barroso, 1938).<br \/>\nNo roteiro que totalizou 29 m\u00fasicas, sem contabilizar as cita\u00e7\u00f5es de outras nove m\u00fasicas, Gil deu \u00eanfase ao per\u00edodo 1965 \u2013 1984, ciente de que o suprassumo do cancioneiro reside nos primeiros 20 anos da trajet\u00f3ria art\u00edstica impulsionada a partir de 1965 no Rio de Janeiro (RJ), cidade onde a turn\u00ea Tempo rei aportou neste fim de semana ap\u00f3s estrear em Salvador (BA) em 15 de mar\u00e7o.<br \/>\nSe Marisa Monte foi a convidada surpresa da estreia carioca, tendo cantado A paz (Jo\u00e3o Donato e Gilberto Gil, 1987) com o anfitri\u00e3o na apresenta\u00e7\u00e3o de s\u00e1bado, ontem foi Lulu Santos quem surpreendeu o p\u00fablico ao entrar no palco para se unir a Gil no passo de Andar com f\u00e9 (1982), cantando e tocando gaita.<br \/>\nCom figurino de cores invertidas em rela\u00e7\u00e3o ao usado na estreias da turn\u00ea na Bahia e no Rio de Janeiro (o de ontem era camisa branca e cal\u00e7a vermelha), Gil prescinde de convidados para atrair o p\u00fablico no giro da turn\u00ea Tempo rei  por obra que concilia diversos g\u00eaneros da m\u00fasica brasileira, tendo sido criada no viol\u00e3o, a azeitada m\u00e1quina de ritmos de Gil.<br \/>\nPode-se lamentar a aus\u00eancia de uma ou outra m\u00fasica importante na discografia do artista, como Super homem, a can\u00e7\u00e3o (1979) ou Parabolicamar\u00e1 (1992), assim como pode-se questionar o apego excessivo aos rocks da fase pop da primeira metade da d\u00e9cada de 1980, j\u00e1 que a lembran\u00e7a de Punk da periferia (1983) tornou dispens\u00e1vel o esquec\u00edvel Extra II \u2013 O rock do seguran\u00e7a (1984).<br \/>\nNada, contudo, empanou o brilho de show que rondou a perfei\u00e7\u00e3o. Tanto pela voz j\u00e1 mais grave de Gil \u2013 vi\u00e7osa e encorpada como h\u00e1 muito tempo n\u00e3o se ouvia o artista em cena \u2013 quanto pela afiada dire\u00e7\u00e3o musical de Bem Gil, reverente \u00e0 hist\u00f3ria do pai, mas com sutis toques de renova\u00e7\u00e3o nos arranjos, alguns criados coletivamente com a super banda arregimentada para a turn\u00ea com m\u00fasicos do naipe do trombonista Marlon Sette, do acordeonista Mestrinho e dos percussionistas Leonardo Reis e Gustavo Di Dalva.<br \/>\nAl\u00e9m de cantar, Gilberto Gil toca viol\u00e3o e guitarra no show \u2018Tempo rei\u2019<br \/>\nPr\u00eddia \/ Reprodu\u00e7\u00e3o Instagram Gilberto Gil<br \/>\nEm suma, Gil fez a festa ao rever a obra no espelho do tempo rei. \u201cN\u00f3s nos reunimos aqui pela m\u00fasica, pela alegria\u201d, disse o cantor, ao se dirigir ao p\u00fablico de domingo, 30 de mar\u00e7o, ap\u00f3s dar voz \u00e0 can\u00e7\u00e3o de 1984 que batiza o show, Tempo rei.<br \/>\nA divers\u00e3o foi garantida e transcorreu em clima de congra\u00e7amento. O solo da sanfona de Mestrinho em Eu s\u00f3 quero um xod\u00f3 (Dominguinhos e Anast\u00e1cia, 1973) valorizou o xote apresentado ao Brasil na voz de Gil.<br \/>\nAdornado com as cordas de quarteto feminino, o seminal samba Eu vim da Bahia (1965) apontou as origens da grande obra que Gil construiu ao beber nas fontes l\u00edmpidas de mestres como o j\u00e1 citado Dorival Caymmi, Luiz Gonzaga ((1912 \u2013 1989) e Jo\u00e3o Gilberto (1931\u2013 2019) antes de se irmanar com Caetano Veloso na arquitetura da Tropic\u00e1lia em 1967.<br \/>\nIntroduzida pelo canto em feitio de ora\u00e7\u00e3o do tema tradicional Meu divino S\u00e3o Jos\u00e9, Prociss\u00e3o (Gilberto Gil e Edy Star, 1965) passou majestosa por trilho nordestino em rota que desembocou no caminho tropicalista que deu em Domingo no parque (1967).<br \/>\nO coro popular que bradou o lema \u201cSem anistia\u201d \u2013 repetido pelo p\u00fablico a plenos pulm\u00f5es, a ponto de abafar o di\u00e1logo virtual travado por Gil com o parceiro Chico Buarque (em imagem pr\u00e9-gravada exibida no tel\u00e3o) \u2013 conferiu atualidade ao protesto pol\u00edtico de C\u00e1lice (1973), can\u00e7\u00e3o que ecoou o horror da ditadura. O arranjo econ\u00f4mico priorizou o canto de Gil nesta imponente m\u00fasica de for\u00e7a bisada, n\u00fameros depois, com o canto e as cordas de Se eu quiser falar com Deus (1980), can\u00e7\u00e3o ouvida ap\u00f3s Mestrinho citar Retiros espiritais (1975) na sanfona.<br \/>\nEntre o tema pol\u00edtico a can\u00e7\u00e3o espiritualizada, Gil reviveu as impress\u00f5es londrinas de Back in Bahia (1972) \u2013 com pegada roqueira turbinada pelo peso da guitarra de Jo\u00e3o Gil \u2013 e encadeou as principais m\u00fasicas da trilogia Re.<br \/>\nRefazenda (1975) veio primeiro, seguida por Refavela (1977), tema em que Gil vislumbrou os ritmos que surgiam para renovar a black music universal. N\u00famero em que um globo espalhou luzes pela plateia, fazendo jus ao verso \u201cQuanto mais purpurina, melhor\u201d, Realce (1979) surgiu ap\u00f3s mergulho na praia do reggae com Vamos fugir (Gilberto Gil e Liminha, 1984) e A novidade (Herbert Vianna, Bi Ribeiro, Jo\u00e3o Barone e Gilberto Gil, 1986). Na sequ\u00eancia, as vozes de Nara Gil e Mari\u00e1 Pinkusfeld foram o brilho especial da doce b\u00e1rbara can\u00e7\u00e3o Esot\u00e9rico (1976).<br \/>\nIndo e voltando no tempo rei, mas sem ir al\u00e9m dos anos 1980, ainda que somente tenha gravado em 1997 a can\u00e7\u00e3o Estrela (1981), cujo canto foi pretexto para c\u00e9u estrelado no palco e na plateia iluminada pelas luzes de celulares, o cantor fez Expresso 2222 (1972) circular com o toque do p\u00edfano de Thiago Oliveira ap\u00f3s cita\u00e7\u00e3o de Pipoca moderna (Caetano Veloso e Sebasti\u00e3o Bino, 1975).<br \/>\nGil terminou a viagem na Bahia, ponto de partida da obra, citando Filhos de Gandhi (1973), cantando Emori\u00f4 (Jo\u00e3o Donato e Gilberto Gil, 1975) e levando o p\u00fablico a pular na cad\u00eancia do estilizado ijex\u00e1 Toda menina baiana (1979), n\u00famero finalizado com cita\u00e7\u00e3o do tropicalista Frevo rasgado (Gilberto Gil e Bruno Ferreira, 1968).<br \/>\nAlavancada pela vitalidade de Gil, a turn\u00ea Tempo rei tamb\u00e9m se imp\u00f5e \u2013 sob a dire\u00e7\u00e3o art\u00edstica de Rafael Dragaud \u2013 pelas imagens e efeitos visuais vistos nos tel\u00f5es e nos pain\u00e9is circulares posicionados ao centro do palco em formato que evocam as fitas do Senhor do Bonfim populares na Bahia que n\u00e3o sai do pensamento de Gil.<br \/>\nE \u00e9 assim, entre a beleza da imagem e a for\u00e7a do som, que o nobre nonagen\u00e1rio Gilberto Passos Gil Moreira vem dando dribles no tempo rei ao subir no palco com um cesto de alegrias que est\u00e3o fazendo a festa do p\u00fablico que segue o artista nesta hist\u00f3rica turn\u00ea retrospectiva.<br \/>\nGilberto Gil canta e\/ou cita 39 m\u00fasicas no roteiro do show \u2018Tempo rei\u2019<br \/>\nPr\u00eddia \/ Reprodu\u00e7\u00e3o Instagram Gilberto Gil<br \/>\n\u266a Eis as 38 m\u00fasicas cantadas ou citadas no roteiro seguido por Gilberto Gil em 30 de mar\u00e7o de de 2025 na segunda apresenta\u00e7\u00e3o carioca do show da turn\u00ea Tempo rei no Farmasi Arena, no Rio de Janeiro (RJ), cidade que abriga o artista nascido na Bahia em 26 de junho de 1942:<br \/>\n1. Palco (Gilberto Gil, 1980)<br \/>\n2. Banda um (Gilberto Gil, 1982)<br \/>\n3. Tempo rei (Gilberto Gil, 1984)<br \/>\n\u266b Aqui e agora (Gilberto Gil, 1977) \u2013 cita\u00e7\u00e3o vocal<br \/>\n4. Eu s\u00f3 quero um xod\u00f3 (Dominguinhos e Anast\u00e1cia, 1973)<br \/>\n5. Eu vim da Bahia (Gilberto Gil, 1965)<br \/>\n\u266b Meu divino S\u00e3o Jos\u00e9 (tema de dom\u00ednio p\u00fablico) \u2013 cita\u00e7\u00e3o vocal<br \/>\n6. Prociss\u00e3o (Gilberto Gil e Edy Star, 1965)<br \/>\n7. Domingo no parque (Gilberto Gil, 1967)<br \/>\n8. C\u00e1lice (Gilberto Gil e Chico Buarque, 1973)<br \/>\n\u266b Bat macumba (Caetano Veloso e Gilberto Gil, 1968) \u2013 cita\u00e7\u00e3o instrumental<br \/>\n9. Back in Bahia (Gilberto Gil, 1972)<br \/>\n\u266b Tenho sede (Dominguinhos e Anast\u00e1cia, 1975) \u2013 cita\u00e7\u00e3o instrumental<br \/>\n10. Refazenda (Gilberto Gil, 1975)<br \/>\n11. Refavela (Gilberto Gil, 1977)<br \/>\n12. N\u00e3o chore mais \/ No woman no cry (Vincent Ford, 1974, em vers\u00e3o em portugu\u00eas de Gilberto Gil, 1979)<br \/>\n\u266b Balafon (Gilberto Gil, 1977) \u2013 cita\u00e7\u00e3o instrumental<br \/>\n13. Extra (Gilberto Gil, 1983)<br \/>\n14. Vamos fugir (Gilberto Gil e Liminha, 1984)<br \/>\n15. A novidade (Herbert Vianna, Bi Ribeiro, Jo\u00e3o Barone e Gilberto Gil, 1986)<br \/>\n16. Realce (Giberto Gil, 1979)<br \/>\n17. A gente precisa ver o luar (Gilberto Gil, 1981)<br \/>\n18. Punk da periferia (Gilberto Gil, 1983)<br \/>\n19. Extra II \u2013 O rock do seguran\u00e7a (Gilberto Gil, 1984)<br \/>\n\u266b Retiros espirituais (Gilberto Gil, 1975) \u2013 cita\u00e7\u00e3o instrumental<br \/>\n20. Se eu quiser falar com Deus (Gilberto Gil, 1980)<br \/>\n21. Dr\u00e3o (Gilberto Gil, 1982)<br \/>\n22. Estrela (Gilberto Gil, 1981)<br \/>\n23. Esot\u00e9rico (Gilberto Gil, 1976)<br \/>\n\u266b Retiros espirituais (Caetano Veloso e Sebasti\u00e3o Biano, 1975) \u2013 cita\u00e7\u00e3o instrumental<br \/>\n24. Expresso 2222 (Gilberto Gil, 1972)<br \/>\n25. Andar com f\u00e9 (Gilberto Gil, 1982)<br \/>\n26. Emori\u00f4 (Jo\u00e3o Donato e Gilberto Gil, 1975)<br \/>\n27. Toda menina baiana (Gilberto Gil, 1979)<br \/>\n\u266b Frevo rasgado (Gilberto Gil e Bruno Ferreira, 1968) \u2013 cita\u00e7\u00e3o instrumental<br \/>\nBis:<br \/>\n28. Esperando na janela (Targino Gondim, Manuca Almeida e Raimundinho do Acordeom, 2000)<br \/>\n29. Aquele abra\u00e7o (Gilberto Gil, 1969)<br \/>\n\u266b Na Baixa do Sapateiro (Ary Barroso, 1938) \u2013 cita\u00e7\u00e3o instrumental<\/div>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/pop-arte\/musica\/blog\/mauro-ferreira\/post\/2025\/03\/31\/gilberto-gil-transcende-o-tempo-rei-com-fogo-eterno-do-palco-em-turne-que-celebra-a-obra-e-a-trajetoria-do-artista.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">G1 Entretenimento<\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gilberto Gil no palco da Farmasi Arena, na segunda apresenta\u00e7\u00e3o do show \u2018Tempo rei\u2019 no Rio de Janeiro (RJ) Pr\u00eddia \/ Reprodu\u00e7\u00e3o Instagram Gilberto Gil \u266b OPINI\u00c3O SOBRE SHOW T\u00edtulo: Tempo rei Artista: Gilberto Gil Data e local: 30 de mar\u00e7o de 2025 na Farmasi Arena (Rio de Janeiro, RJ) Cota\u00e7\u00e3o: \u2605 \u2605 \u2605 \u2605<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":37765,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-37764","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-entretenimento"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37764","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37764"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37764\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37765"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37764"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37764"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37764"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}