{"id":40071,"date":"2025-07-27T06:04:58","date_gmt":"2025-07-27T09:04:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.farcomto.org\/diario-de-um-legendario-dia-2-as-conversas-sobre-familia-que-fazem-homens-chorarem-na-montanha\/"},"modified":"2025-07-27T06:04:58","modified_gmt":"2025-07-27T09:04:58","slug":"diario-de-um-legendario-dia-2-as-conversas-sobre-familia-que-fazem-homens-chorarem-na-montanha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/diario-de-um-legendario-dia-2-as-conversas-sobre-familia-que-fazem-homens-chorarem-na-montanha\/","title":{"rendered":"Di\u00e1rio de um Legend\u00e1rio, dia 2: as conversas sobre fam\u00edlia que fazem homens chorarem na montanha"},"content":{"rendered":"<div>\n<div>Di\u00e1rio de um legend\u00e1rio, dia 2: quando homens choram na montanha<br \/>\nA frase acima, dita diante de uma casa abandonada, caindo aos peda\u00e7os, durante uma das micropalestras rumo ao topo da montanha, foi o ponto de virada para muitos homens no segundo dia da minha trilha com os Legend\u00e1rios \u2014 o retiro masculino e crist\u00e3o que ganhou fama nas redes sociais.<br \/>\nQuem leu o primeiro dia deste di\u00e1rio [LINK] conhece o objetivo. Eu, homem crist\u00e3o que cresceu em lar evang\u00e9lico e tem interesse no assunto, subi a montanha para responder: o que acontece, afinal, entre os Legend\u00e1rios?<br \/>\nSe no primeiro dia o cansa\u00e7o f\u00edsico e a disciplina militar deram o tom da experi\u00eancia, agora se somavam a isso as mem\u00f3rias, os traumas e as rela\u00e7\u00f5es familiares.<br \/>\nAs mensagens no segundo dia falaram de pais ausentes, da reconstru\u00e7\u00e3o de lares e do peso que um homem carrega quando n\u00e3o cura o passado.<br \/>\nA cada nova din\u00e2mica \u2014 entre cordas, trilhas ou em volta da fogueira \u2014 vinham perguntas dif\u00edceis: com que homem voc\u00ea aprendeu a ser homem? Que tipo de pai voc\u00ea quer ser?<br \/>\nO choro deixou de ser exce\u00e7\u00e3o. Homens se ajoelharam, se abra\u00e7aram, se deixaram emocionar. Foi o dia em que o sil\u00eancio deu espa\u00e7o \u00e0s hist\u00f3rias.<br \/>\nImportante lembrar: tudo isso aconteceu com homens fisicamente exaustos e fragilizados pelas tarefas dur\u00edssimas dos dois dias.<br \/>\n O g1 publica este Di\u00e1rio de um Legend\u00e1rio em quatro partes di\u00e1rias, entre s\u00e1bado (26) e ter\u00e7a-feira (29).<br \/>\nN\u00e3o levei gravador, c\u00e2mera, nem celular, que eram banidos. Mas tomei notas, que baseiam as ilustra\u00e7\u00f5es da equipe de arte do g1. E o que relato aqui \u00e9 o que vi, ouvi e vivi durante o retiro.<br \/>\nQuase um reality show<br \/>\nAcordados aos gritos de comando de legend\u00e1rios ao redor das barracas no escuro, de madrugada, os 170 \u201csenderistas\u201d (nome dado aos homens que, como eu, estavam no caminho para se tornar legend\u00e1rios) foram se desentocando e cumprindo as ordens: desarmar sua tenda e deixar pronto o mochil\u00e3o para o novo dia.<br \/>\nA express\u00e3o na cara de todos era de cansa\u00e7o, confus\u00e3o \u2014 e um quezinho de \u00f3dio, sejamos honestos, reflexo claro do pouco tempo de sono. Mal sab\u00edamos que estava tendo in\u00edcio o dia mais longo e \u00e1rduo da vida de muitos de n\u00f3s at\u00e9 ali.<br \/>\nAlinhados, passamos a fazer exerc\u00edcios militares, a maioria deles em formato de disputa. Passar por debaixo das pernas de um corredor de irm\u00e3os, formar uma \u201ccentopeia\u201d abra\u00e7ando com as pernas o irm\u00e3o da frente e se movendo em grupo s\u00f3 com os bra\u00e7os, rolar por sobre os corpos de irm\u00e3os deitados ombro a ombro no ch\u00e3o\u2026<br \/>\nComo expliquei no primeiro dia, fomos divididos em grupos chamados de \u201cfam\u00edlias\u201d. Os \u201cirm\u00e3os\u201d das fam\u00edlias vencedoras ganhavam o direito de sair e observar o resto daquela disputa de fora.<br \/>\nAbuelita, perrito e um homem a menos<br \/>\nUm dos exerc\u00edcios mais controversos \u00e9 o da \u201cabuelita\u201d. O \u201cVoice\u201d, principal voz de comando entre os legend\u00e1rios,  conta uma hist\u00f3ria da av\u00f3 do guatemalteco Chepe Putzu, criador do Legend\u00e1rios \u2014 leia entrevista dele ao g1.<br \/>\nNa Guatemala se fala espanhol, ent\u00e3o n\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa a presen\u00e7a de termos hisp\u00e2nicos no conceito do movimento.<br \/>\nL\u00e1, a vovozinha tinha um \u201cperrito\u201d (cachorrinho) que adorava um carinho, e ela ria quando ele se deitava com a barriga para cima, sacudia as patas e chorava pedindo aten\u00e7\u00e3o.<br \/>\nEm seguida, a voz imponente ordenou que todos se deitassem com as costas no ch\u00e3o e fizessem o mesmo. Desatento, um irm\u00e3o se deitou sobre um pequeno monte de esterco semisseco. Nessa atividade n\u00e3o havia disputa, mas pensei que o amigo ali definitivamente n\u00e3o foi o vencedor.<br \/>\nAo fim dos exerc\u00edcios, j\u00e1 sob a luz do dia nublado e frio, recome\u00e7amos a caminhada. Mas logo no in\u00edcio meu grupo foi interrompido por um senderista que vinha de tr\u00e1s pedindo passagem.<br \/>\nO l\u00edder da nossa fam\u00edlia recebeu a informa\u00e7\u00e3o de que dever\u00edamos orar por esse homem. Parou diante dele e pediu permiss\u00e3o, ao que foi respondido com um palavr\u00e3o e o tom indignado: \u201cEu n\u00e3o quero ora\u00e7\u00e3o, eu s\u00f3 quero ir embora. Voc\u00eas s\u00e3o fan\u00e1ticos demais!\u201d.<br \/>\nDe 170, viramos 169 senderistas.<br \/>\nMicropalestras, li\u00e7\u00f5es e a casa abandonada<br \/>\nA manh\u00e3 come\u00e7ou com trilha leve pontuada por micropalestras que vinham sempre acompanhadas de algum desafio ou li\u00e7\u00e3o.<br \/>\nDiante de uma grande po\u00e7a, fomos lembrados do clima de guerra a que est\u00e1vamos sendo submetidos e tivemos que passar lama na cara, com refer\u00eancia direta a Rambo, o soldado matador personagem da franquia de Stallone.<br \/>\nEm outro momento, \u00e0s margens de um brejo, a fam\u00edlia em c\u00edrculo teve que sustentar uma corda passando por tr\u00e1s das cinturas, enquanto um dos irm\u00e3os se equilibrava sobre ela e tinha que dar uma volta completa no grupo.<br \/>\nAs palestrinhas eram ministradas por legend\u00e1rios que se alternavam, dificilmente algum se repetia. De modo geral, as falas refor\u00e7avam que est\u00e1vamos ali nos tornando \u201chomens inquebrant\u00e1veis\u201d, que n\u00e3o cedem diante do pecado, sabem trabalhar em fam\u00edlia, diferenciados de outros homens n\u00e3o tementes a Deus.<br \/>\nEsses outros, segundo eles, se entregam \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o e s\u00e3o os grandes respons\u00e1veis pelas mazelas do pa\u00eds \u2013e pelas fam\u00edlias desestruturadas.<br \/>\nUm momento impactante para muitos foi o serm\u00e3o sobre a casa abandonada. Paramos diante de uma casa aos peda\u00e7os, cheia de mato, sem telhado e com alguns brinquedos espalhados \u00e0 porta. Ao que o legend\u00e1rio pergunta:<br \/>\nE veio a mensagem: para Deus, aquela casa \u00e9 a sua fam\u00edlia e ela vai sempre ter salva\u00e7\u00e3o. V\u00e1rios homens come\u00e7aram a chorar, alguns aos solu\u00e7os, sendo confortados pelos irm\u00e3os.<br \/>\nDa base ao cume, subida intensa<br \/>\nSentados \u00e0 base de uma montanha, a partir de onde o aclive era visivelmente puxado, fomos orientados a come\u00e7ar a subida em introspec\u00e7\u00e3o, falando com Deus ou cantando m\u00fasicas crist\u00e3s. Conversas eram interrompidas com frases como:<br \/>\nA trilha tinha trechos com sinais de que havia sido aberta recentemente, com manta org\u00e2nica (o mato fofo que se forma no ch\u00e3o da floresta), galhos pontiagudos rec\u00e9m-cortados nas laterais e fitas coloridas amarradas indicando o caminho.<br \/>\nEm alguns trechos, devido ao \u00e2ngulo de inclina\u00e7\u00e3o, amarraram cordas para ajudar na subida, sempre dificultada pelas mochilas pesadas.<br \/>\nSe por um lado os obst\u00e1culos ajudavam no sentido de exigir concentra\u00e7\u00e3o e evitar as conversas, por outro ficava tamb\u00e9m um pouco dif\u00edcil focar no papo com Deus durante a subida.<br \/>\nA vista, a presen\u00e7a, a chegada<br \/>\nJ\u00e1 bem l\u00e1 no alto, a trilha chegou a um trecho plano de mato baixo onde a vista se abriu. Nas enormes montanhas vizinhas cobertas por mata fechada, palmeiras frondosas e algumas \u00e1rvores mais altas de folhagem amarelada se destacavam, sacudindo sob o vento.<br \/>\nAo longe, o terreno plano era tomado por vegeta\u00e7\u00e3o rasteira e alguns pastos, com vista para outras montanhas mais afastadas. Por entre as nuvens, o sol passava e iluminava peda\u00e7os da cena enquanto ajudava a aumentar a temperatura.<br \/>\nPouco mais acima, chegamos. Um corredor de 20 e poucos legend\u00e1rios aguardava para nos receber com palmas e gritos de \u201cAHU\u201d \u2014 sigla para Amor, Honra e Unidade, uma das marcas do movimento \u2014 , agora desmascarados e sorridentes, nos parabenizando por termos chegado ao pico.<br \/>\nMas a estimativa (pela posi\u00e7\u00e3o do sol) de que ainda era por volta de meio-dia dava a dica: ainda havia muita coisa pela frente.<br \/>\nConfia e vai?<br \/>\nA breve celebra\u00e7\u00e3o foi seguida por um exerc\u00edcio de confian\u00e7a, em que andamos vendados de m\u00e3os dadas num caminho meio em zigue-zague que n\u00e3o parecia ter muita l\u00f3gica, at\u00e9 chegarmos a um ponto em que, desvendados, tivemos a vista para o outro lado da montanha \u2014 igualmente bel\u00edssima.<br \/>\nA mensagem trazia duas reflex\u00f5es:<br \/>\na fam\u00edlia pode e deve confiar cegamente na dire\u00e7\u00e3o dada pelo seu l\u00edder (o pai de fam\u00edlia temente a Deus, nessa analogia);<br \/>\num legend\u00e1rio deve confiar em Deus quando n\u00e3o conseguir enxergar o caminho \u00e0 frente.<br \/>\nA longa e sinuosa \u2018milha extra\u2019<br \/>\nNa sequ\u00eancia, veio a micropalestra que nos apresentou o conceito da \u201cmilha extra\u201d. A express\u00e3o bem conhecida no ingl\u00eas (\u201cgo the extra mile\u201d) \u00e9 a base para pensar que um legend\u00e1rio pode sempre superar seus limites, aguentar um fardo mais pesado e ir mais longe, oferecer mais de si em prol de um prop\u00f3sito, sem se contentar com o objetivo inicial alcan\u00e7ado.<br \/>\nAssim como se passava na montanha. Aproximava-se o momento de ir al\u00e9m e dobrar a meta.<br \/>\nDepois de uma breve leitura b\u00edblica livre e um tempo consider\u00e1vel de almo\u00e7o e descanso \u2013\u201clongo\u201d para os padr\u00f5es do evento: estimo que durou uns 90 minutos \u2013, iniciamos a caminhada mais dif\u00edcil de todas. Era a materializa\u00e7\u00e3o de uma longa e sinuosa milha extra.<br \/>\nOmbros, costas, palmas dos p\u00e9s: tudo d\u00f3i<br \/>\nCom o corpo exausto, cada passo na trilha de horas parecia um teste de resist\u00eancia: ombros ardendo, costas e p\u00e9s doloridos, fome, sono e uma mochila pesada nas costas. A noite caiu, o caminho seguia desconhecido, e a mente s\u00f3 repetia: \u201cAcho que falta pouco, preciso aguentar mais um pouco\u201d.<br \/>\nAt\u00e9 que, finalmente, chegamos. O local era diferente do primeiro acampamento. Dessa vez armamos as barracas em fileiras por fam\u00edlia. A minha ficou pronta por \u00faltimo de novo, mas conseguimos chegar num resultado um pouco melhor do que a primeira noite e em menos tempo.<br \/>\nOs mais dispostos ou famintos (meu caso) ainda cozinharam macarr\u00e3o instant\u00e2neo, outros se entocaram e sumiram imediatamente.<br \/>\nCom o sono acumulado ap\u00f3s n\u00e3o ter dormido na primeira noite, preferi entrar na tenda, fechar os olhos e descansar enquanto havia tempo, sem tomar notas. S\u00e1bia decis\u00e3o, j\u00e1 que n\u00e3o demorou muito para sermos acordados no meio da noite por novos gritos de comando, dessa vez um pouco diferentes:<br \/>\nRela\u00e7\u00e3o pai e filho, quebrantamento<br \/>\nDo lado de fora, a orienta\u00e7\u00e3o era que segu\u00edssemos por um caminho que levava para a parte mais alta do descampado. De longe dava para ouvir um som de voz e viol\u00e3o e ver a luz e a fuma\u00e7a de uma fogueira para onde caminh\u00e1vamos.<br \/>\nOs senderistas ocuparam um semic\u00edrculo em volta da fogueira. Do lado oposto, um legend\u00e1rio conduzia o louvor tocando viol\u00e3o e cantando muito bem algumas m\u00fasicas conhecidas; v\u00e1rios homens passaram a cantar junto.<br \/>\nVeio ent\u00e3o o serm\u00e3o que mais impactou o grupo. Digo \u201cserm\u00e3o\u201d porque o clima j\u00e1 n\u00e3o era mais de palestra, mas sim de igreja: as can\u00e7\u00f5es com letras emocionais, a meia-luz da fogueira, o tema e o tom pastoral que o legend\u00e1rio \u00e0 frente adotou contribu\u00edam bastante para isso.<br \/>\nA fala era sobre paternidade.<br \/>\nE n\u00e3o era apenas sobre o papel de pai que um homem deve assumir com responsabilidade na fam\u00edlia. Ele falou sobre a rela\u00e7\u00e3o que os homens estabelecem com seus pais na inf\u00e2ncia e ao longo da vida, e sobre o peso que isso tem mais tarde quando esses homens t\u00eam seus pr\u00f3prios filhos.<br \/>\nO legend\u00e1rio deu um exemplo de sua adolesc\u00eancia, quando lhe marcou profundamente a aus\u00eancia do pai no momento em que ele precisou aprender a dar um n\u00f3 de gravata.<br \/>\nTamb\u00e9m falou sobre como os problemas que um homem teve com seu pai na inf\u00e2ncia podem muitas vezes prejudicar a rela\u00e7\u00e3o dele com Deus. E disse que aquele era o momento para curar sua rela\u00e7\u00e3o com Deus.<br \/>\nAo fim da palavra, um n\u00famero consider\u00e1vel de homens estava chorando copiosamente, se abra\u00e7ando e reconfortando, alguns se ajoelharam no ch\u00e3o diante da fogueira.<br \/>\nFoi quando, pela primeira vez, os legend\u00e1rios ao redor se aproximaram com os rostos descobertos para de fato conversar \u2013e orar\u2013 com os senderistas.<br \/>\nEu me emocionei como todo mundo, s\u00f3 imaginando que aquele serm\u00e3o tinha potencial para bater fundo em qualquer pessoa, homem ou mulher, espiritualizada ou n\u00e3o.<br \/>\nTem mais?<br \/>\nNo curto caminho de volta at\u00e9 as barracas, me veio \u00e0 mente um retiro que marcou o in\u00edcio da minha adolesc\u00eancia: o Encontro com Deus. O modelo veio da Col\u00f4mbia, foi adotado por igrejas brasileiras mais pr\u00f3ximas do neopentecostalismo evang\u00e9lico e cont\u00e9m aspectos que se assemelham \u00e0 estrutura do Legend\u00e1rios.<br \/>\nAos meus 13 anos, lembro de qu\u00e3o intenso foi voltar cheio de energia para a vida real, me sentindo um queridinho de Deus, disposto a ser correto e eliminar \u201cpecados\u201d como a masturba\u00e7\u00e3o e o interesse em outras meninas que n\u00e3o fossem a que eu queria namorar (mas que eu nem namorava ainda; spoiler: nunca namoramos).<br \/>\nAquele potencial de transforma\u00e7\u00e3o j\u00e1 estava agindo de diferentes maneiras nas vidas de diversos homens ali.<br \/>\nE se o Legend\u00e1rios j\u00e1 havia sido t\u00e3o intenso at\u00e9 ent\u00e3o, o que mais poderia nos esperar pelos pr\u00f3ximos dois dias de retiro? \u00c0quele ponto, eu s\u00f3 queria voltar para minha barraca e descansar antes do pr\u00f3ximo chamado da alvorada.<br \/>\nE confesso que cheguei a delirar sozinho antes de dormir, imaginando: \u201cBom, acho que o pior realmente j\u00e1 passou, amanh\u00e3 eles devem nos levar a um bom hotel-fazenda 5 estrelas para refletir, confraternizar e fazer networking.\u201d<br \/>\nMas, \u00e9 claro, n\u00e3o foi bem assim.<\/div>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/pop-arte\/noticia\/2025\/07\/27\/diario-de-um-legendario-dia-2-as-conversas-sobre-familia-que-fazem-homens-chorarem-na-montanha.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">G1 Entretenimento<\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Di\u00e1rio de um legend\u00e1rio, dia 2: quando homens choram na montanha A frase acima, dita diante de uma casa abandonada, caindo aos peda\u00e7os, durante uma das micropalestras rumo ao topo da montanha, foi o ponto de virada para muitos homens no segundo dia da minha trilha com os Legend\u00e1rios \u2014 o retiro masculino e crist\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":14437,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-40071","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-entretenimento"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40071","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40071"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40071\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14437"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40071"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40071"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40071"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}