{"id":40884,"date":"2025-08-13T06:03:20","date_gmt":"2025-08-13T09:03:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.farcomto.org\/onda-anti-woke-a-diversidade-esta-desaparecendo-dos-filmes-e-da-publicidade\/"},"modified":"2025-08-13T06:03:20","modified_gmt":"2025-08-13T09:03:20","slug":"onda-anti-woke-a-diversidade-esta-desaparecendo-dos-filmes-e-da-publicidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/onda-anti-woke-a-diversidade-esta-desaparecendo-dos-filmes-e-da-publicidade\/","title":{"rendered":"Onda \u2018anti-woke\u2019: a diversidade est\u00e1 desaparecendo dos filmes e da publicidade?"},"content":{"rendered":"<div>\n<div>\n<br \/>     Onda \u2018anti-woke\u2019: a diversidade est\u00e1 desaparecendo dos filmes e da publicidade?<br \/>\nUma campanha da marca American Eagle, com a atriz Sydney Sweeney, foi centro de uma pol\u00eamica neste m\u00eas, ap\u00f3s alega\u00e7\u00f5es de misoginia e eugenismo. Foi motivo de cr\u00edticas por um lado \u2014 mas por outro, alavancou as vendas da marca. J\u00e1 Trump aplaudiu a atriz, especialmente ap\u00f3s descobrir que ela \u00e9 republicana, e disse que a campanha sinalizou uma mudan\u00e7a em 2025.<br \/>\n\u201cA mar\u00e9 mudou radicalmente \u2014 ser \u2018woke\u2019 \u00e9 para perdedores, ser republicano \u00e9 o que voc\u00ea quer ser\u201d, publicou na rede Truth Social.<br \/>\nO post do presidente americano n\u00e3o vem sem motivo: ve\u00edculos como o New York Times, Deutsche Welle e The Guardian falam em uma \u201cguerra cultural\u201d, um movimento que tomou conta de v\u00e1rios pa\u00edses em meio a uma disputa pol\u00edtica. E para esses ve\u00edculos, estamos em uma guinada conservadora \u2014 e a cultura j\u00e1 n\u00e3o se preocupa mais com diversidade como nos \u00faltimos anos.<br \/>\nMas ser\u00e1 que o cen\u00e1rio est\u00e1 mudando tanto assim, no Brasil e no mundo? Entenda:<br \/>\nJ\u00e1 fomos \u2018woke\u2019?<br \/>\nO termo \u201cwoke\u201d (\u201cacordado\u201d em portugu\u00eas, algo similar a \u201clacrador\u201d no Brasil) se tornou onipresente na \u00faltima d\u00e9cada, para designar \u2014 geralmente de forma pejorativa \u2014 as pessoas ou obras que se atentam a quest\u00f5es sociais.<br \/>\nManifestantes seguram cartazes com a frase \u2018black lives matter\u2019 (em portugu\u00eas, \u2018vidas negras importam\u2019) em frente ao Capit\u00f3lio, em Washington DC, no s\u00e1bado (30).<br \/>\nJose Luis Magana\/AFP<br \/>\nNos EUA, o conceito se popularizou com o movimento Black Lives Matter, para descrever quem \u201cacordou\u201d para a injusti\u00e7a racial e social. Aos poucos, \u201cwoke\u201d se aplicou para tudo que aborda pessoas negras, LGBTQ+, com defici\u00eancia e outras minorias que eram deixadas de lado no imagin\u00e1rio cultural. E nos \u00faltimos anos, se tornou palavra-chave e campo de batalha pol\u00edtica.<br \/>\nDe fato, obras que abordam a diversidade ficaram mais presentes dos \u00faltimos 10 anos pra c\u00e1. O p\u00fablico passou a cobrar, de marcas e figuras p\u00fablicas, posicionamentos inclusivos como nunca antes. Deu resultado: em 2023, o \u201cHollywood Diversity Report\u201d, estudo da Universidade da Calif\u00f3rnia (UCLA) que contabiliza a diversidade em Hollywood, registrou que homens brancos n\u00e3o eram mais a maioria em filmes de streaming \u2014 pela primeira vez desde o in\u00edcio do relat\u00f3rio, em 2014.<br \/>\nEssa discuss\u00e3o apareceu por aqui no Brasil com for\u00e7a na \u00faltima d\u00e9cada, mesmo que algumas quest\u00f5es sociais do resto do mundo fossem dif\u00edceis de traduzir pra c\u00e1. O pa\u00eds miscigenado, que sempre se achou diverso, se viu em v\u00e1rias discuss\u00f5es complexas \u2014 e passou a repensar a diversidade na cultura e na publicidade.<br \/>\nLetitia Wright em cena de \u2018Pantera Negra\u2019<br \/>\nDivulga\u00e7\u00e3o<br \/>\n\u00c9 o que mostram estudos do Gemaa (Grupo de Estudos Multidisciplinares da A\u00e7\u00e3o Afirmativa\/UERJ), por exemplo. Em um estudo publicado em 2024, o grupo constatou um \u201caumento mais consider\u00e1vel\u201d de n\u00e3o brancos em pe\u00e7as publicit\u00e1rias a partir de 2020 \u2014 e relaciona esse n\u00famero ao caso George Floyd e o movimento Black Lives Matter.<br \/>\nMas \u00e9 dif\u00edcil dizer que a representatividade (o \u201cwoke\u201d) tenha chegado a um ponto dominante, ou at\u00e9 que reflita a popula\u00e7\u00e3o brasileira. At\u00e9 porque, entre 2018 e 2022, dificilmente havia incentivo federal para esse tipo de assunto em \u00f3rg\u00e3os culturais.<br \/>\nA diversidade aumentou, sim, mas nem tanto. O mesmo estudo do Gemaa tamb\u00e9m constatou que, em pe\u00e7as publicit\u00e1rias publicadas entre 2018 e 2023, 83% dos modelos retratados eram brancos. N\u00e3o chega nem perto da realidade brasileira j\u00e1 que, no Censo de 2022, os brancos representavam somente 43% da popula\u00e7\u00e3o nacional.<br \/>\nIsso porque, de certa forma, \u201ctrocar\u201d modelos brancos por n\u00e3o brancos \u00e9 uma das medidas mais simples para a publicidade. Para assuntos como diversidade sexual, et\u00e1ria, religiosa e representa\u00e7\u00e3o de PcD, ent\u00e3o, o caminho era ainda mais complicado. E mesmo assim, pode estar voltando algumas casas.<br \/>\nRepresentatividade \u2018fora de moda\u2019<br \/>\nHollywood, a maior ind\u00fastria do entretenimento ocidental, \u00e9 uma b\u00fassola cultural. Quando eles come\u00e7am a mudar, \u00e9 dif\u00edcil que n\u00e3o reverbere por aqui. E de 2024 pra c\u00e1, o \u201cHollywood Diversity Report\u201d, que vinha registrando um aumento crescente na representatividade, come\u00e7ou a mostrar uma queda.<br \/>\n\u201cHollywood est\u00e1 se afastando rapidamente da estrutura socialmente consciente que por mais de uma d\u00e9cada impulsionou suas narrativas, elenco e sinais verdes\u201d, diz o New York Times.<br \/>\nNas redes sociais e na sua televis\u00e3o, a mudan\u00e7a \u00e9 vis\u00edvel. Surgiram as \u201ctradwives\u201d (donas de casa tradicionais, que criam conte\u00fados sobre servir \u00e0 casa e ao marido) e o \u201cSkinnytok\u201d (segmento do TikTok dedicado ao culto \u00e0 magreza), enquanto as bandeirinhas arco-\u00edris sumiram das publica\u00e7\u00f5es das marcas.<br \/>\nSydney Sweeney em campanha da American Eagle<br \/>\nReprodu\u00e7\u00e3o<br \/>\nEsse novo comportamento \u00e9, ao mesmo tempo, causa e consequ\u00eancia da ascens\u00e3o da extrema-direita em muitos lugares do Ocidente. Isso ficou n\u00edtido nos Estados Unidos ap\u00f3s a segunda elei\u00e7\u00e3o de Donald Trump \u2013 desta vez, uma parcela significativa da juventude, que movimenta a cultura, se revelou conservadora.<br \/>\nEm uma mat\u00e9ria do New York Times intitulada \u201cHollywood est\u00e1 \u2018gostosa, branca e com tes\u00e3o\u2019 de novo\u201d, argumenta-se que os est\u00fadios americanos n\u00e3o querem brigar com o p\u00fablico trumpista, mas talvez se juntar a ele.<br \/>\n\u201cNo fim das contas, o neg\u00f3cio de Hollywood \u00e9 dar ao p\u00fablico o que ele quer, n\u00e3o o que ele acha que deveria querer\u201d, diz o texto.<br \/>\nEsse \u00e9 um processo pelo qual a sociedade j\u00e1 passou diversas vezes: depois de uma s\u00e9rie de avan\u00e7os sociais, vem um movimento contr\u00e1rio.<br \/>\nPara Camila Camargo, diretora do Observat\u00f3rio da Diversidade na Propaganda, estamos nesse \u201cmomento de rea\u00e7\u00e3o (\u201cbacklash\u201d), aquele per\u00edodo p\u00f3s avan\u00e7os sociais em que uma parte conservadora e plena detentora de acessos e direitos tenta se opor ou at\u00e9 reverter garantias recentemente conquistadas pela parte da popula\u00e7\u00e3o com menor poder\u201d.<br \/>\nNo Brasil, onda caminha mais lentamente<br \/>\nA onda \u201canti-woke\u201d j\u00e1 virou ponto de discuss\u00e3o tamb\u00e9m no Brasil. \u00c9 o que conta Alice Leal, cineasta e produtora associada da APTA (Associa\u00e7\u00e3o de Profissionais Trans do Audiovisual), que participou de um debate exatamente sobre esse assunto na Cinemateca Brasileira, em julho.<br \/>\nEla diz que \u201cn\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas\u201d que a onda \u201canti-woke\u201d existe no Brasil, mas que o movimento \u201cn\u00e3o \u00e9 abertamente compartilhado por uma parte significativa da popula\u00e7\u00e3o brasileira\u201d.<br \/>\nFilme \u2018Marte Um\u2019, que foi indicado pelo Brasil para disputar vaga no Oscar 2023<br \/>\nDivulga\u00e7\u00e3o<br \/>\nSe por aqui a diversidade \u201cn\u00e3o est\u00e1 propriamente regredindo\u201d, ela acredita que \u201ctamb\u00e9m n\u00e3o est\u00e1 avan\u00e7ando\u201d. \u201cEsse lugar estanque \u00e9 perigoso, pois se n\u00e3o fizermos algo a respeito, a tend\u00eancia \u00e9 cairmos no mesmo que vemos em outros pa\u00edses como os EUA\u201d.<br \/>\nPor aqui, j\u00e1 h\u00e1 uma parcela de pessoas que se posiciona abertamente contra o \u201cdiscurso woke\u201d. No fim de 2024, os cineastas Josias Te\u00f3filo e Newton Cannito lan\u00e7aram o \u201cmanifesto anti-woke\u201d no audiovisual, que diz que a cultura brasileira \u00e9 v\u00edtima de \u201clacra\u00e7\u00e3o\u201d e outros \u201cradicalismos pr\u00f3prios ao identitarismo\u201d. O manifesto conseguiu mais de 400 assinaturas.<br \/>\nO cineasta e roteirista Paulo Cursino, de filmes como \u201cO Candidato Honesto\u201d e \u201cAt\u00e9 Que a Sorte Nos Separe\u201d, tamb\u00e9m reivindica o fim do que chama de \u201cwokismo\u201d. Para ele, n\u00e3o h\u00e1 um \u201cmovimento anti-woke propriamente dito, mas um desgaste natural do pr\u00f3prio movimento woke\u201d.<br \/>\n\u201cAcho que o mercado est\u00e1 apenas se reequilibrando dos excessos desta moda (\u2026). O movimento woke est\u00e1 acabando e n\u00e3o deixou nada para o futuro, apenas sinaliza\u00e7\u00e3o de virtude e de boa vontade\u201d, opina Cursino.<br \/>\nEntre as diferentes opini\u00f5es sobre o tema, todos concordam que a cultura brasileira n\u00e3o passa totalmente ilesa da onda contr\u00e1ria \u00e0 diversidade.<br \/>\nCena do filme \u2018Hoje Eu Quero Voltar Sozinho\u2019, de Daniel Ribeiro<br \/>\nDivulga\u00e7\u00e3o<br \/>\n\u201cNo Brasil, estamos acompanhando o indicativo de que h\u00e1 uma regress\u00e3o da contrata\u00e7\u00e3o de influenciadoras negras em campanhas. A diversidade est\u00e1 com menos apoio expl\u00edcito, o que significa menor visibilidade da popula\u00e7\u00e3o LGBTQIAPN+ em propagandas, por exemplo\u201d, diz Camila.<br \/>\nO caso do filme \u201cGeni e o Zepelim\u201d, de Anna Muylaert, explica bem essa mudan\u00e7a de zeitgeist. Alice revela que, como apurado pela APTA, o longa foi financiado por editais audiovisuais com uma sinopse que apresentava Geni como uma personagem travesti. Mas uma vez que as produ\u00e7\u00f5es come\u00e7aram, uma atriz cisg\u00eanero foi anunciada como Geni, que seria uma personagem tamb\u00e9m cis.<br \/>\nPara Alice, o filme \u201cutilizou-se da presen\u00e7a de uma personagem LGBTQIA+ como estrat\u00e9gia de capta\u00e7\u00e3o de recursos, e no momento das filmagens, anunciou uma atriz cis para o papel\u201d. Ap\u00f3s press\u00e3o e posicionamento da pr\u00f3pria APTA, uma atriz trans foi escalada como a protagonista.<br \/>\nAlice argumenta que o caso \u00e9 bastante simb\u00f3lico \u2013 porque mostra que \u201ca representatividade e presen\u00e7a de pessoas LGBTQIA+ n\u00e3o \u00e9 mais um fator t\u00e3o atrativo na produ\u00e7\u00e3o audiovisual brasileira tal como era no momento em que o filme foi concebido\u201d.<br \/>\nCen\u00e1rio ainda est\u00e1 em mudan\u00e7a<br \/>\nN\u00e3o d\u00e1 pra cravar que a \u201conda anti-woke\u201d tomou conta, nem que a representatividade n\u00e3o corre riscos. Casos como o da American Eagle deram muito certo; al\u00e9m disso, \u00e9 fato que obras \u201czero woke\u201d voltaram a circular. Mas tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 comprova\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica que a diversidade tenha desaparecido da cultura.<br \/>\nAli\u00e1s, a representatividade ainda pode ser popular e bastante rent\u00e1vel.<br \/>\nRyan Gosling canta \u201cI\u2019m Just Ken\u201d em \u201cBarbie\u201d<br \/>\nDivulga\u00e7\u00e3o<br \/>\nCamila cita o estudo Rainbow Homes, da Nielsen IQ Brasil, que aponta que o poder de compra da comunidade LGBTQ+, por exemplo, movimentou R$ 18,7 bilh\u00f5es no pa\u00eds entre o primeiro trimestre de 2023 e 2024. S\u00e3o pessoas que querem continuar se vendo na cultura, nas marcas, e querem dar dinheiro a isso.<br \/>\n\u201cOs n\u00fameros das pesquisas sempre conectam aumento de diversidade \u00e0 potencializa\u00e7\u00e3o da rentabilidade, logo \u00e9 ineg\u00e1vel que o investimento \u00e9 lucrativo e regredir significa tamb\u00e9m perder dinheiro. Muitas marcas est\u00e3o em momento de cautela, mas sabem que \u00e9 rent\u00e1vel investir em representatividade na frente das c\u00e2meras e em inclus\u00e3o e pertencimento atr\u00e1s\u201d.<br \/>\nPara Alice, o sucesso do filme \u201cHomem com H\u201d, sobre Ney Matogrosso, \u00e9 uma prova de que o Brasil ainda tem espa\u00e7o para hist\u00f3rias plurais. A obra aborda abertamente as rela\u00e7\u00f5es homoafetivas do artista, bem como sua rela\u00e7\u00e3o com masculinidade e feminilidade \u2014 e levou mais de 600 mil espectadores \u00e0s salas de cinema, em uma curta janela de exibi\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de ficar entre os mais assistidos ao estrear na Netflix.<br \/>\nOu o pr\u00f3prio filme \u201cBarbie\u201d, que atraiu cr\u00edticas de quem acreditava que o filme era \u201cwoke demais\u201d, e quebrou recordes de bilheteria mundialmente.<br \/>\nPara Camila, a guerra cultural pode n\u00e3o ter acabado, mas dificilmente vai reverter todas as mudan\u00e7as de mais de uma d\u00e9cada. \u201cCautela n\u00e3o significa voltar \u00e0 narrativa que t\u00ednhamos antes dos \u00faltimos avan\u00e7os\u201d, refor\u00e7a.<\/div>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/pop-arte\/diversidade\/noticia\/2025\/08\/13\/onda-anti-woke-a-diversidade-esta-desaparecendo-dos-filmes-e-da-publicidade.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">G1 Entretenimento<\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Onda \u2018anti-woke\u2019: a diversidade est\u00e1 desaparecendo dos filmes e da publicidade? Uma campanha da marca American Eagle, com a atriz Sydney Sweeney, foi centro de uma pol\u00eamica neste m\u00eas, ap\u00f3s alega\u00e7\u00f5es de misoginia e eugenismo. Foi motivo de cr\u00edticas por um lado \u2014 mas por outro, alavancou as vendas da marca. J\u00e1 Trump aplaudiu a<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":40885,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-40884","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-entretenimento"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40884","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40884"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40884\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/media\/40885"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40884"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40884"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40884"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}