{"id":43263,"date":"2025-09-26T03:02:36","date_gmt":"2025-09-26T06:02:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.farcomto.org\/nos-80-anos-de-gal-costa-eis-80-belas-gravacoes-que-atestam-a-imortalidade-da-voz-cristalina-dessa-grande-cantora\/"},"modified":"2025-09-26T03:02:36","modified_gmt":"2025-09-26T06:02:36","slug":"nos-80-anos-de-gal-costa-eis-80-belas-gravacoes-que-atestam-a-imortalidade-da-voz-cristalina-dessa-grande-cantora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/nos-80-anos-de-gal-costa-eis-80-belas-gravacoes-que-atestam-a-imortalidade-da-voz-cristalina-dessa-grande-cantora\/","title":{"rendered":"Nos 80 anos de Gal Costa, eis 80 belas grava\u00e7\u00f5es que atestam a imortalidade da voz cristalina dessa grande cantora"},"content":{"rendered":"<div>\n<div>\n<br \/>     Gal Costa (1945 \u2013 2022) faria 80 anos hoje, 26 de setembro de 2025<br \/>\nReprodu\u00e7\u00e3o \/ Capa do disco \u2018Divina maravilhosa\u2019<br \/>\n\u266c GAL 80 ANOS<br \/>\n\u266b Diferentemente de Elis Regina (1945 \u2013 1982), cantora que saiu de cena aos breves 36 anos para entrar na hist\u00f3ria da m\u00fasica brasileira, Gal Costa (1945 \u2013 1982) viveu 77 anos. Por pouco, a cantora baiana n\u00e3o teve a oportunidade de festejar os 80 anos que faria hoje, 26 de setembro.  At\u00e9 por isso \u00e9 ainda muito dif\u00edcil conjugar o verbo no passado quando se fala de Maria da Gra\u00e7a Costa Penna Burgos, uma das maiores cantoras do Brasil \u2013 e do mundo \u2013 em todos os tempos.<br \/>\nA alta quantidade de tributos prestados a Gal em discos e shows desde aquele tr\u00e1gico 9 de novembro de 2022 atesta a import\u00e2ncia da artista.<br \/>\nSe Gal tivesse tido somente aquele voz cristalina de timbre \u00fanico e inimit\u00e1vel, voz que se tornou refer\u00eancia para quem veio depois dela, a cantora j\u00e1 seria grande. S\u00f3 que, aliada ao poder vocal, a for\u00e7a do repert\u00f3rio de Gal a agigantou no universo da m\u00fasica brasileira.<br \/>\nModerna desde sempre, Gal usou o canto para dar voz a um repert\u00f3rio que traduziu o Brasil ao longo dos 57 anos de carreira iniciada em 1965 \u2013 descontada a pr\u00e9-hist\u00f3ria na Bahia em 1964 \u2013 e encerrada em 2022. Um Brasil de sombras e luzes.<br \/>\nPoucas cantoras do universo da MPB deram voz a um cancioneiro t\u00e3o amplo do ponto de vista est\u00e9tico. Gal transitou praticamente por todos os g\u00eaneros musicais e gravou leque variado de compositores, dos contempor\u00e2neos Caetano Veloso e Gilberto Gil aos jovens Arthur Nogueira e Silva, passando pelos pioneiros Dorival Caymmi (1914 \u2013 2008) e Ary Barroso (1903 \u2013 1964).<br \/>\nNa \u00faltima produtiva d\u00e9cada de vida, iniciada profissionalmente com a edi\u00e7\u00e3o do revigorante \u00e1lbum Recanto em dezembro de 2011, a cantora se abriu para uma gera\u00e7\u00e3o de compositores e int\u00e9rpretes do s\u00e9culo XXI, renovando a discografia e sobretudo se renovando.  N\u00e3o por acaso, no \u00e1lbum p\u00f3stumo que sair\u00e1 em 17 de outubro, As v\u00e1rias pontas de uma estrela \u2013 Ao vivo no Coala, h\u00e1 participa\u00e7\u00f5es de Rubel e Tim Bernardes.<br \/>\nContudo, tudo que se possa falar de Gal Costa \u00e9 pouco diante da grandeza da cantora. O importante \u00e9 ouvir Gal Costa para tentar entender a dimens\u00e3o alcan\u00e7ada pela voz cristalina da verdadeira baiana.<br \/>\nPor isso, no dia do 80\u00ba anivers\u00e1rio da artista, o Blog do Mauro Ferreira lista 80 grava\u00e7\u00f5es expressivas da discografia da cantora, expandindo (e alterando sutilmente) rela\u00e7\u00e3o publicada em setembro de 2020 com 75 fonogramas da artista por ocasi\u00e3o do 75\u00ba anivers\u00e1rio de Gal.<br \/>\nA maioria dessas 80 grava\u00e7\u00f5es fez sucesso. Uma pequena parte permanece conhecida somente pelo s\u00e9quito da cantora. Mas todos os 80 fonogramas resistem bem ao tempo, atravessando gera\u00e7\u00f5es com a perenidade da voz cristalina da imortal Gal Costa.<br \/>\n\u266a Eis, em ordem cronol\u00f3gica, 80 grava\u00e7\u00f5es significativas da trajet\u00f3ria fonogr\u00e1fica de Gal Costa:<br \/>\n1. Eu vim da Bahia (Gilberto Gil, 1965) \u2013 Fonograma de 1965<br \/>\n\u266b Gal ainda era Maria da Gra\u00e7a quando gravou no lado A do primeiro single esse samba que explicitou a origem da cantora e do compositor.<br \/>\n2. Cora\u00e7\u00e3o vagabundo (Caetano Veloso, 1967) \u2013 Fonograma de 1967, com Caetano Veloso<br \/>\n\u266b Uma can\u00e7\u00e3o que Gal evoca a Gracinha da Bahia, devota de Jo\u00e3o Gilberto (1931 \u2013 2019).<br \/>\n3. Candeias (Edu Lobo, 1967) \u2013 Fonograma de 1967<br \/>\n\u266b Ainda com a suavidade da Gracinha, Gal d\u00e1 voz \u00e0 melancolia l\u00edrica dessa can\u00e7\u00e3o de Edu Lobo.<br \/>\n4. Baby (Caetano Veloso, 1968) \u2013 Fonograma de 1968<br \/>\n\u266b A can\u00e7\u00e3o foi feita para Maria Beth\u00e2nia, mas Gal se apropriou da m\u00fasica no \u00e1lbum-manifesto da Tropic\u00e1lia.<br \/>\n5. Divino maravilhoso (Caetano Veloso e Gilberto Gil, 1968) \u2013 Fonograma de 1968<br \/>\n\u266b J\u00e1 musa da Tropic\u00e1lia, Gal deixa a pulsar a veia pop roqueira nessa m\u00fasica de festival.<br \/>\n6. N\u00e3o identificado (Caetano Veloso, 1969) \u2013 Fonograma de 1969<br \/>\n\u266b  Caetano fez a can\u00e7\u00e3o para ela\u2026<br \/>\n7. Namorinho de port\u00e3o (Tom Z\u00e9, 1968) \u2013 Fonograma de 1969, com Gilberto Gil<br \/>\n\u266b No primeiro \u00e1lbum solo, um encontro com a obra do mais rebelde dos tropicalistas.<br \/>\n8. Que pena (Ela j\u00e1 n\u00e3o gosta mais de mim) (Jorge Ben Jor, 1969) \u2013 Fonograma de 1968<br \/>\n\u266b Uma declara\u00e7\u00e3o de amor feita com Caetano Veloso no suingue de Jorge Ben.<br \/>\n9. Cinema Olympia (Caetano Veloso, 1969) \u2013 Fonograma de 1969<br \/>\n\u266b  Rock na veia em \u00e1lbum com ecos da Tropic\u00e1lia.<br \/>\n10. Meu nome \u00e9 Gal (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1969) \u2013 Fonograma de 1969<br \/>\n\u266b Uma carta de apresenta\u00e7\u00e3o, escrita pelos arquitetos da Jovem Guarda para a musa da Tropic\u00e1lia.<br \/>\n11. Hotel das estrelas (Jards Macal\u00e9 e Duda Machado, 1970) \u2013 Fonograma de 1970<br \/>\n\u266b A barra pesa e a musa da contracultura d\u00e1 o recado.<br \/>\n12. London, London (Caetano Veloso, 1970) \u2013 Fonograma de 1970<br \/>\n\u266b Um flash do ex\u00edlio londrino de Caetano na voz de quem segurou no Brasil a barra dos tropicalistas.<br \/>\n13. Falsa baiana (Geraldo Pereira, 1944) \u2013 Fonograma de 1970<br \/>\n\u266b A verdadeira baiana cai no suingue do samba do compositor de outra era musical.<br \/>\n14. Vapor barato (Jards Macal\u00e9 e Waly Salom\u00e3o, 1971) \u2013 Fonograma de 1971<br \/>\n\u266b Uma viagem pelo clima sombrio do Brasil dos anos 1970.<br \/>\n15. P\u00e9rola negra (Luiz Melodia, 1971) \u2013 Fonograma de 1971<br \/>\n\u266b Uma moderna e bluesy can\u00e7\u00e3o de amor que revelou Luiz Melodia (1951 \u2013 2017).<br \/>\n16. D\u00ea um rol\u00ea (Moraes Moreira e Luiz Galv\u00e3o, 1971) \u2013 Fonograma de 1971<br \/>\n\u266b A vida \u00e9 boa\u2026 Novos Baianos na voz da baiana de todos os tempos.<br \/>\n17. Sua estupidez (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1969) \u2013 Fonograma de 1971<br \/>\n\u266b Aquela can\u00e7\u00e3o do Roberto com todo o sentimento bluesy da letra.<br \/>\n18. Vale quanto pesa (Luiz Melodia, 1973) \u2013 Fonograma de 1972 lan\u00e7ado em 2025<br \/>\n\u266b Gal gravou em 1972 essa ent\u00e3o in\u00e9dita p\u00e9rola negra de Luiz Melodia para EP arquivado e lan\u00e7ado somente em mar\u00e7o deste ano.<br \/>\n19. O dengo que a nega tem (Dorival Caymmi, 1941) \u2013 Fonograma de 1972 lan\u00e7ado em 2025<br \/>\n\u266b Outra magistral grava\u00e7\u00e3o do arquivado EP de 1972 que veio ao mundo somente em mar\u00e7o deste ano. Remelexo e desbunde no samba de Caymmi em grava\u00e7\u00e3o com mais de sete minutos.<br \/>\n20. Ora\u00e7\u00e3o de M\u00e3e Menininha (Dorival Caymmi, 1972) \u2013 Fonograma de 1973<br \/>\n\u266b Um ax\u00e9 para a matriarca do Terreiro do Gantois em dueto Maria Beth\u00e2nia.<br \/>\n21. \u00cdndia (Jos\u00e9 Asunci\u00f3n Flores e Manuel Ortiz Guerrero, 1928, em vers\u00e3o em portugu\u00eas de Jos\u00e9 Fortuna, 1952) \u2013 Fonograma de 1973<br \/>\n\u266b A guar\u00e2nia paraguaia ressurge em outra vibe, com os agudos de Gal.<br \/>\n22. Volta (Lupic\u00ednio Rodrigues, 1957) \u2013 Fonograma de 1973.<br \/>\n\u266b A dor amargurada de Lupic\u00ednio.<br \/>\n23. Barato total (Gilberto Gil, 1974) \u2013 Fonograma de 1974<br \/>\n\u266b A gente quer \u00e9 viver\u2026 L\u00e1, l\u00e1, l\u00e1, l\u00e1, l\u00e1\u2026<br \/>\n24. A r\u00e3 (Jo\u00e3o Donato e Caetano Veloso, 1974) \u2013 Fonograma de 1974<br \/>\n\u266b Cantar com a leveza de Donato e as palavras de Caetano.<br \/>\n25. L\u00e1grimas negras (Jorge Mautner e Nelson Jacobina, 1974) \u2013 Fonograma de 1974<br \/>\n\u266b Belezas s\u00e3o coisas acesas por dentro.<br \/>\n26. Modinha para Gabriela (Dorival Caymmi, 1975) \u2013 Fonograma de 1975<br \/>\n\u266b Quando Gal veio para o mundo de Jorge Amado (1912 \u2013 2001) e de Dorival Caymmi (1914 \u2013 2008)<br \/>\n27. S\u00f3 louco (Dorival Caymmi, 1955) \u2013 Fonograma de 1976<br \/>\n\u266b Ainda no mundo de Caymmi, mas no tom aconchegante do samba-can\u00e7\u00e3o.<br \/>\n28. Esot\u00e9rico (Gilberto Gil, 1976) \u2013 Fonograma de 1976, com Doces B\u00e1rbaros<br \/>\n\u266b Quarteto fant\u00e1stico!<br \/>\n29. Tigresa (Caetano Veloso, 1977) \u2013 Fonograma de 1977<br \/>\n\u266b S\u00f4nia Braga? Zez\u00e9 Motta? Gal era a verdadeira Tigresa.<br \/>\n30. Negro amor (It\u2019s all over now, baby blue, Bob Dylan, 1965, em vers\u00e3o em portugu\u00eas de Caetano Veloso e P\u00e9ricles Cavalcanti, 1977) \u2013 Fonograma de 1977<br \/>\n\u266b Dylan em um grande disco de tom underground, Caras &amp; bocas.<br \/>\n31. Folhetim (Chico Buarque, 1978) \u2013 Fonograma de 1978<br \/>\n\u266b Imposs\u00edvel descartar o bolero de Chico\u2026<br \/>\n32. For\u00e7a estranha (Caetano Veloso, 1978) \u2013 Fonograma de 1979<br \/>\n\u266b Caetano fez para Roberto Carlos, mas a can\u00e7\u00e3o ficou associada \u00e0 \u201cvoz tamanha\u201d de Gal.<br \/>\n33. Balanc\u00ea (Jo\u00e3o de Barro e Alberto Ribeiro, 1937) \u2013 Fonograma de 1979<br \/>\n\u266b Tropical, Gal traz antigos Carnavais para o Brasil de 1979.<br \/>\n34. Aquarela do Brasil (Ary Barroso, 1939) \u2013 Fonograma de 1980<br \/>\n\u266b As tintas ufanistas do pa\u00eds alcan\u00e7am outros tons e gera\u00e7\u00f5es.<br \/>\n35. Meu bem, meu mal (Caetano Veloso, 1981) \u2013 Fonograma de 1981<br \/>\n\u266b Gal, um v\u00edcio desde o in\u00edcio\u2026<br \/>\n36. Festa do interior (Moraes Moreira e Abel Silva, 1981) \u2013 Fonograma de 1981<br \/>\n\u266b Gal vai atr\u00e1s da massa real com aliciante marcha-frevo<br \/>\n37. A\u00e7a\u00ed (Djavan, 1981) \u2013 Fonograma de 1981<br \/>\n\u266b Com o sabor do genial compositor de Alagoas.<br \/>\n38. Azul (Djavan, 1981) \u2013 Fonograma de 1982<br \/>\n\u266b Outra cor de Djavan.<br \/>\n39. Minha voz, minha vida (Caetano Veloso, 1972) \u2013 Fonograma de 1982<br \/>\n\u266b Uma can\u00e7\u00e3o de Caetano para a cantora que traz a vida na voz.<br \/>\n40. Bloco do prazer (Moraes Moreira e Fausto Nilo, 1979) \u2013 Fonograma de 1982<br \/>\n\u266b O trio de Dod\u00f4 &amp; Osmar lan\u00e7ou, Nara Le\u00e3o (1942 \u2013 1989) regravou, mas o Brasil foi atr\u00e1s do bloco de Gal.<br \/>\n41. Eternamente (Tunai e S\u00e9rgio Natureza, 1983) \u2013 Fonograma de 1983<br \/>\n\u266b Inesquec\u00edvel can\u00e7\u00e3o sobre o que n\u00e3o passar\u00e1.<br \/>\n42. Tema de amor de Gabriela (Antonio Carlos Jobim, 1983) \u2013 Fonograma de 1983<br \/>\n\u266b De volta ao mundo de Jorge Amado, desta vez no tom soberano de Jobim.<br \/>\n43. Vaca profana (Caetano Veloso, 1984) \u2013 Fonograma de 1984<br \/>\n\u266b  Leite na cara dos caretas.<br \/>\n44. Chuva de prata (Ed Wilson e Ronaldo Bastos, 1984) \u2013 Fonograma de 1984<br \/>\n\u266b Gal destila o mel das can\u00e7\u00f5es de amor padr\u00e3o FM com os vocais doces do Roupa Nova.<br \/>\n45. Nada mais (Lately, Stevie Wonder, 1980, em vers\u00e3o em portugu\u00eas de Ronaldo Bastos, 1984) \u2013 Fonograma de 1984<br \/>\n\u266b Dor de amor que d\u00f3i demais\u2026<br \/>\n46. Sorte (Celso Fonseca e Ronaldo Bastos, 1985) \u2013 Fonograma de 1985<br \/>\n\u266b O amor em paz e em dueto com Caetano Veloso.<br \/>\n47. Um dia de domingo (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1985) \u2013 Fonograma de 1985<br \/>\n\u266b A leveza de domingo ensolarado com o peso da voz de Tim Maia (1942 \u2013 1998).<br \/>\n48. Arara (Lulu Santos, 1987) \u2013 Fonograma de 1987<br \/>\n\u266b O canto onomatopaico de Gal chega ao auge do alcance vocal em disco tecnopop que deixou muita gente uma arara\u2026<br \/>\n49. Todos os instrumentos (Joyce Moreno, 1987) \u2013 Fonograma de 1987<br \/>\n\u266b A plenitude do canto em m\u00fasica moldada para grandes vozes.<br \/>\n50. O vento (Djavan e Ronaldo Bastos, 1987) \u2013 Fonograma de 1987<br \/>\n\u266b P\u00e9rola rara do injusti\u00e7ado \u00e1lbum Lua de mel como o diabo gosta.<br \/>\n51. Brasil (Cazuza, George Israel e Nilo Romero, 1988) \u2013 Fonograma de 1988<br \/>\n\u266b Gal p\u00f5e o pa\u00eds  do vale tudo no fio da navalha em incisivo rock-samba que reverberou no remake de 2025.<br \/>\n52. Cabelo (Jorge Ben Jor e Arnaldo Antunes, 1989) \u2013 Fonograma de 1990<br \/>\n\u266b Ben Jor lan\u00e7ou, mas foi Gal quem descabelou a m\u00fasica.<br \/>\n53. Raiz (Roberto Mendes e Jota Velloso, 1992) \u2013 Fonograma de 1992<br \/>\n\u266b O suingue do samba do Rec\u00f4ncavo Baiano na voz mais bonita que tem Gra\u00e7a nas m\u00e3os e no nome.<br \/>\n54. M\u00e3e da manh\u00e3 (Gilberto Gil, 1993) \u2013 Fonograma de 1993<br \/>\n\u266b Um canto na escurid\u00e3o, amparado pela voz de Gal.<br \/>\n55. Err\u00e1tica (Caetano Veloso, 1993) \u2013 Fonograma de 1993<br \/>\n\u266b Caetano n\u00e3o erra\u2026<br \/>\n56. L\u00edngua (Caetano Veloso, 1984) \u2013 Fonograma de 1995<br \/>\n\u266b Grava\u00e7\u00e3o ousada e moderna que dividiu opini\u00f5es.<br \/>\n57. Futuros amantes (Chico Buarque, 1993) \u2013 Fonograma de 1995<br \/>\n\u266b N\u00e3o se afobe, n\u00e3o, que nada \u00e9 para j\u00e1 e ainda h\u00e3o de descobrir a beleza dessa grava\u00e7\u00e3o.<br \/>\n58. Beatriz (Chico Buarque e Edu Lobo, 1983) \u2013 Fonograma de 1995.<br \/>\n\u266b Uma grava\u00e7\u00e3o escondida em songbook com can\u00e7\u00f5es de Edu Lobo.<br \/>\n59. A luz de Tieta (Caetano Veloso, 1996) \u2013 Fonograma de 1996<br \/>\n\u266b A luz de Gal no samba-reggae de Caetano Veloso em mais um encontro com o compositor.<br \/>\n60 Lanterna dos afogados (Herbert Vianna, 1989) \u2013 Fonograma de 1997<br \/>\n\u266b De volta \u00e0s paradas com balada dos Paralamas do Sucesso, ao lado de Herbert Vianna, em disco ac\u00fastico.<br \/>\n61. Pra voc\u00ea (Silvio Cesar, 1965) \u2013 Fonograma de 1998.<br \/>\n\u266b Uma das mais belas can\u00e7\u00f5es de amor em grava\u00e7\u00e3o feita para a novela Torre de babel (TV Globo, 1998).<br \/>\n62. Aquele frevo ax\u00e9 (Cezar Mendes e Caetano Veloso, 1998) \u2013 Fonograma de 1998<br \/>\n\u266b Toda a bossa do ent\u00e3o desconhecido compositor Cezar Mendes em samba feito em parceria com Caetano.<br \/>\n63. A \u00faltima estrofe (C\u00e2ndido das Neves, 1932) \u2013 Fonograma de 2001<br \/>\n\u266b Expressiva lembran\u00e7a de seresteira valsa-can\u00e7\u00e3o do repert\u00f3rio de Orlando Silva (1935 \u2013 1978).<br \/>\n64. Socorro (Arnaldo Antunes e Alice Ruiz, 1994) \u2013 Fonograma de 2002<br \/>\n\u266b Alguma coisa para sentir em disco equivocado.<br \/>\n65. E da\u00ed? (Miguel Gustavo, 1959) \u2013 Fonograma de 2003<br \/>\n\u266b Boa recorda\u00e7\u00e3o em disco conformista, gravado com o olho no retrovisor.<br \/>\n66. Hoje (Moreno Veloso, 2005) \u2013 Fonograma de 2005<br \/>\n\u266b O afilhado trouxe a madrinha para os dias de hoje.<br \/>\n67. Um passo \u00e0 frente (Moreno Veloso e Quito Ribeiro, 2005) \u2013 Fonograma de 2005.<br \/>\n\u266b Mais um passo de Gal para fechar a cortina do passado e seguir adiante.<br \/>\n68. Recanto escuro (Caetano Veloso, 2011) \u2013 Fonograma de 2011<br \/>\n\u266b Na introspec\u00e7\u00e3o, brilha a luz de Gal.<br \/>\n69. Miami Maculel\u00ea (Caetano Veloso, 2011) \u2013 Fonograma de 2011<br \/>\n\u266b Gal no batid\u00e3o do funk carioca.<br \/>\n70. Segunda (Caetano Veloso, 2011) \u2013 Fonograma de 2011<br \/>\n\u266b De volta ao interior da Bahia, mas com olhar contempor\u00e2neo.<br \/>\n71. Sem medo nem esperan\u00e7a (Arthur Nogueira e Antonio Cicero, 2015) \u2013 Fonograma de 2015<br \/>\n\u266b De olho no futuro, na batida do rock.<br \/>\n72. Jabitac\u00e1 (Lirinha, Junio Barreto e Bacteria, 2015) \u2013 Fonograma de 2015<br \/>\n\u266b Gal nos caminhos de uma grande can\u00e7\u00e3o.<br \/>\n73. Quando voc\u00ea olha pra ela (Mallu Magalh\u00e3es, 2015) \u2013 Fonograma de 2015<br \/>\n\u266b A vis\u00e3o jovial de Jorge Ben por Mallu Magalh\u00e3es na voz de Gal.<br \/>\n74. Espelho d\u2019\u00e1gua (Marcelo Camelo e Thiago Camelo, 2015) \u2013 Fonograma de 2015<br \/>\n\u266b Reflexo da inspira\u00e7\u00e3o de Camelo na discografia de Gal.<br \/>\n75. Palavras no corpo (Silva e Omar Salom\u00e3o, 2018) \u2013 Fonograma de 2018<br \/>\n\u266b Ecos de Amy Winehouse (1983 \u2013 2011) em grava\u00e7\u00e3o sublime.<br \/>\n76. Livre do amor (Adriana Calcanhotto, 2018) \u2013 Fonograma de 2018<br \/>\n\u266b A primeira can\u00e7\u00e3o in\u00e9dita de Calcanhotto na voz de Gal.<br \/>\n77. Minha m\u00e3e (C\u00e9sar Lacerda e Jorge Mautner, 2018) \u2013 Fonograma de 2018<br \/>\n\u266b O reencontro com Maria Beth\u00e2nia em louvor \u00e0s m\u00e3es das cantoras.<br \/>\n78. Cuidando de longe (Mar\u00edlia Mendon\u00e7a, Juliano Tchula, Junior Gomes e Vinicius Poeta, 2015) \u2013 Fonograma de 2018<br \/>\n\u266b Gal joga o Brasil pop sertanejo na pista da disco music com Mar\u00edlia Mendon\u00e7a (1995 \u2013 2021).<br \/>\n79. O que \u00e9 que h\u00e1 (F\u00e1bio Jr. e S\u00e9rgio S\u00e1, 1982) \u2013 Fonograma de 2019<br \/>\n\u266b Gal d\u00e1 a devida dimens\u00e3o \u00e0 ang\u00fastia da can\u00e7\u00e3o lan\u00e7ada por F\u00e1bio Jr.<br \/>\n80. Avarandado (Caetano Veloso, 1967) \u2013 Fonograma de 2021<br \/>\n\u266b No \u00faltimo \u00e1lbum de est\u00fadio, Nenhuma dor, Gal volta ao come\u00e7o em belo dueto com Rodrigo Amarante.<\/div>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/pop-arte\/musica\/blog\/mauro-ferreira\/post\/2025\/09\/26\/nos-80-anos-de-gal-costa-eis-80-belas-gravacoes-que-atestam-a-imortalidade-da-voz-cristalina-dessa-grande-cantora.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">G1 Entretenimento<\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gal Costa (1945 \u2013 2022) faria 80 anos hoje, 26 de setembro de 2025 Reprodu\u00e7\u00e3o \/ Capa do disco \u2018Divina maravilhosa\u2019 \u266c GAL 80 ANOS \u266b Diferentemente de Elis Regina (1945 \u2013 1982), cantora que saiu de cena aos breves 36 anos para entrar na hist\u00f3ria da m\u00fasica brasileira, Gal Costa (1945 \u2013 1982) viveu<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":43264,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-43263","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","category-entretenimento"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43263","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=43263"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43263\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/media\/43264"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=43263"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=43263"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=43263"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}