{"id":43490,"date":"2025-10-01T06:00:13","date_gmt":"2025-10-01T09:00:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.farcomto.org\/rachel-chinouriri-estreia-no-brasil-com-indie-rock-vulneravel-meio-brat-meio-sabrina-carpenter\/"},"modified":"2025-10-01T06:00:13","modified_gmt":"2025-10-01T09:00:13","slug":"rachel-chinouriri-estreia-no-brasil-com-indie-rock-vulneravel-meio-brat-meio-sabrina-carpenter","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.selfassessoria.com.br\/oprevidente\/rachel-chinouriri-estreia-no-brasil-com-indie-rock-vulneravel-meio-brat-meio-sabrina-carpenter\/","title":{"rendered":"Rachel Chinouriri estreia no Brasil com indie rock vulner\u00e1vel: \u2018Meio Brat, meio Sabrina Carpenter\u2019"},"content":{"rendered":"<div>\n<div>\n<br \/>     Quem \u00e9 Rachel Chinouriri: a brit\u00e2nica que desafia r\u00f3tulos do indie rock<br \/>\nRachel Chinouriri \u00e9 uma das vozes mais interessantes da nova cena brit\u00e2nica. Aos 26 anos, ela j\u00e1 chamou aten\u00e7\u00e3o de Adele e saiu em turn\u00ea com Sabrina Carpenter. Nesta quarta-feira (1\u00ba), a cantora sobe ao palco do Cine Joia, em S\u00e3o Paulo, para sua estreia no Brasil.<br \/>\nO in\u00edcio foi longe dos grandes palcos. O primeiro EP, \u201cBedroom Tales\u201d (2016), foi gravado em casa, com o que tinha em m\u00e3os: um microfone de 20 euros e o software GarageBand. A composi\u00e7\u00e3o come\u00e7ou na adolesc\u00eancia, quando ela enfrentava bullying e racismo na escola.<br \/>\n\u201cFiz um post no Instagram que viralizou e abriu muitas portas para mim\u2026 mas no come\u00e7o era muito frustrante, especialmente como uma mulher negra, porque voc\u00ea n\u00e3o quer ser vista como \u2018reclamona\u2019 nesta ind\u00fastria\u201d, conta em entrevista ao g1.<br \/>\nEla saiu em turn\u00ea com Sabrina Carpenter durante a perna europeia da \u201cShort n\u2019 Sweet Tour\u201d, com 20 shows. \u201cO profissionalismo dela me impressionou. Mesmo cansada e com uma turn\u00ea estressante, ela \u00e9 divertida e atenciosa com toda a equipe.\u201d<br \/>\nRachel Chinouriri e Sabrina Carpenter na turn\u00ea \u2018Short n\u2019 Sweet\u2019<br \/>\nDivulga\u00e7\u00e3o\/Redes Sociais<br \/>\nFormada pela The BRIT School (a mesma escola que revelou Adele e Amy Winehouse) Rachel v\u00ea a educa\u00e7\u00e3o gratuita como essencial para abrir portas a jovens negros. \u201cFoi gra\u00e7as a esse lugar e \u00e0s pessoas que conheci l\u00e1 que pude construir essa carreira.\u201d<br \/>\nZimb\u00e1bue x Inglaterra: um contraste familiar<br \/>\nFilha de pais que foram crian\u00e7as-soldado na Guerra da Independ\u00eancia do Zimb\u00e1bue, Rachel cresceu em uma fam\u00edlia \u201cessencialmente militar\u201d, com rigidez, cicatrizes emocionais e marcas de viol\u00eancia atravessadas por gera\u00e7\u00f5es.<br \/>\nEssa dualidade entre ra\u00edzes africanas e vida londrina tamb\u00e9m aparece em suas m\u00fasicas. Na faixa-t\u00edtulo do \u00e1lbum de estreia, \u201cWhat a Devastating Turn of Events\u201d (2024), a cantora relembra o suic\u00eddio de uma parente. Ela tamb\u00e9m exp\u00f5e o contraste entre como sua fam\u00edlia zimbabuense reagiu e como ela, imersa na cultura londrina, vivenciou a perda.<br \/>\nM\u00fasica como autodefesa<br \/>\nCapa do \u00e1lbum \u2018What a Devastating Turn of Events\u2019 de Rachel Chinouriri<br \/>\nDivulga\u00e7\u00e3o \/ redes sociais<br \/>\nNo in\u00edcio da carreira, era comum verem seu trabalho categorizado como hip-hop ou R&amp;B apenas por ela ser uma mulher negra. Assim como outros artistas j\u00e1 apontaram, entre eles Tyler, The Creator e Beyonc\u00e9, Rachel critica esse enquadramento autom\u00e1tico.<br \/>\nSeu projeto tamb\u00e9m \u00e9 uma forma de resgate cultural. Musicalmente, ela equilibra britpop, guitarras indie e est\u00e9tica Y2K (moda e est\u00e9tica dos anos 2000) com vulnerabilidade, sensualidade e autoconfian\u00e7a. \u201cMeio Brat, meio Sabrina Carpenter\u201d.<br \/>\nAdele chegou a cit\u00e1-la em um de seus shows: gesto que a projetou, mas tamb\u00e9m trouxe press\u00e3o. A diferen\u00e7a, segundo ela, \u00e9 que agora est\u00e1 pronta para lidar com a fama.<br \/>\nRachel Chinouriri chega ao Brasil em um momento de virada, tanto pessoal quanto art\u00edstica. No palco, ela canta sobre drama adolescente, identidade, pertencimento e racismo. Tudo isso, claro, vem com a est\u00e9tica vibrante dos anos 2000 e a intensidade de quem encara as pr\u00f3prias cicatrizes sem medo.<br \/>\nCapa do single \u2018So My Darling\u2019 de Rachel Chinouriri<br \/>\nDivulga\u00e7\u00e3o \/ redes sociais<\/div>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/pop-arte\/musica\/noticia\/2025\/10\/01\/rachel-chinouriri-estreia-no-brasil-com-indie-rock-vulneravel-meio-brat-meio-sabrina-carpenter.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">G1 Entretenimento<\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem \u00e9 Rachel Chinouriri: a brit\u00e2nica que desafia r\u00f3tulos do indie rock Rachel Chinouriri \u00e9 uma das vozes mais interessantes da nova cena brit\u00e2nica. Aos 26 anos, ela j\u00e1 chamou aten\u00e7\u00e3o de Adele e saiu em turn\u00ea com Sabrina Carpenter. 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